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Caminho Português de Santiago Leon de Rosmithal terá sinalética até ao final do ano. QRcode vai permitir acesso a playlist de sons etnográficos e tradicionais

O Salão Nobre dos Paços do Concelho da Póvoa de Lanhoso acolheu uma reunião de trabalhos para assinalar o primeiro ano da assinatura do Protocolo de Cooperação para a instalação do Caminho Português de Santiago Leon de Rosmithal, datada de março de 2024.

O momento contou com a Vice-Presidente e Vereadora da Cultura, Fátima Moreira, acompanhada pelo Vereador do Turismo, Ricardo Alves e representantes dos municípios, tanto presenciais como online (Freixo de Espada à Cinta, Torre de Moncorvo e Vila Flor).

Numa primeira fase, foram partilhados os resultados deste primeiro ano e, de seguida, foi feita uma apresentação, com uma proposta da sinalética que é considerada essencial para orientar os peregrinos ao longo dos 260 quilómetros de uma forma autónoma.

Este é um «um importante passo», diz a autarquia, para que daqui a um ano estejam reunidas condições para submeter o Caminho a certificação pelas entidades competentes.

Ainda, durante a sessão, os municípios apontaram todos o final do ano presente como uma meta para ter instalada a sinalética básica no terreno.

A vice-presidente destaca «o facto de todos estarem alinhados na promoção e valorização deste caminho que vai permitir aos/às peregrinos/as explorar os nossos territórios, alavancando-se assim, o turismo do interior», referiu.

Subprojecto “Sons do Norte”

Foi também decidido que este Caminho vai apresentar o subprojecto “Sons do Norte”.

Este passa pela criação de uma lista de músicas, poemas e sons associados a cada concelho que, depois, será carregada num QRCode e colocada nos totens de entrada do respetivo território.

O desenvolvimento deste subprojeto pretende incrementar uma novidade nos Caminhos de Santiago e partilhar com os peregrinos as sonoridades do Norte.

«Com a introdução desta novidade pretende-se valorizar este Caminho jacobeu e que os/as peregrinos/as ao percorrerem cada localidade possam de desfrutar da paisagem, do património edificado, da gastronomia … mas também conhecer diferentes “sonoridades e pronúncias” dos locais por onde passam, proporcionando experiências únicas a quem entrar nesta aventura», conclui a autarquia.

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