CULTURA – Encontrarte Amares propõe “Diálogo e Construção: poética colectiva dos territórios”

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Encontrarte Amares propõe “Diálogo e Construção: poética colectiva dos territórios”

O encontro entre pessoas, a experimentação artística e a comunhão de afectos – assim se assume na sua génese o Encontrarte Amares. O festival, bienal, regressa de 26 a 28 de Julho, cumprindo 10 anos de programação cultural gratuita, que cruza linguagens artísticas distintas, artistas nacionais e internacionais e público.

A proposta artística desta edição orienta-se sob o tema “Diálogo e Construção: Poética colectiva dos territórios”, desafiando criadores de diversas áreas e população a agir e reflectir sobre as idiossincrasias da região.

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A edição 2019 conta com artistas convidados para desenvolver projectos em formato de residência artística, dos quais se destaca a criação do novo álbum da harpista espanhola Angélica Salvi, “Phantone”, a ser gravado e apresentado no Mosteiro de Rendufe. A harpista vai convidar o público a mergulhar nos seus referenciais emocionais e espirituais, servindo-se deles como o guião de um sonho.

De destacar, também, João Rat e César L. Gomes, dois jovens artistas amarenses que estão actualmente a desenvolver um trabalho de recolecção fotográfica, sonora e de objectos pelas 16 freguesias do concelho que vai, durante o evento, desafiar o público para uma experiência imersiva sobre o território. Uma viagem pelos rios Cávado e Homem, por Dom Gualdim Pais e António Variações, pela folhagem verdejante e o rochoso granítico.

À semelhança do que aconteceu nas últimas edições, a programação do encontro integra, ainda, projectos oriundos de um “open call” nacional e internacional, que desafia artistas a residir por um período de 10 dia em Amares, experiência que culmina em novas criações artísticas realizadas em colaboração com a população local.

«O Encontrarte Amares recriou-se, ao longo destes 10 anos e, mais do que nunca, reforça o seu papel de ligação a Amares convocando artistas, população, visitantes, entidades públicas e privadas para a construção de um espaço de cruzamentos, discussão e criação colectiva», refere a organização.