Feitor considera “inadmissível” a situação do lixo em Vila Verde e admite pedir saída da empresa concessionária

O candidato independente à Câmara de Vila Verde Fernando Feitor considerou, esta quarta-feira, “inadmissível” a situação da recolha de lixo no concelho, sublinhou que a “situação teria sido evitada se tivesse havido um atempado planeamento e articulação entre os serviços municipais e a referida empresa” e admitiu pedir a saída da concessionária, que está em funções desde o início deste mês.

Num comunicado divulgado esta quarta-feira, o movimento Amor a Vila Verde, que nas próximas eleições autárquicas concorre com o apoio do CDS/PP e do Nós Cidadãos, começa por dizer que o vereador independente Fernando Feitor, “tal como os restantes vereadores do PSD e PS, votou favoravelmente em reunião camarária a adjudicação dos referidos serviços a uma nova empresa da recolha de lixo”.

No entanto, assinala, “desde a entrada em funcionamento da nova empresa registaram-se falhas graves na recolha, com toneladas de lixo amontoado, uma situação inadmissível que faz perigar a saúde pública”. “O movimento Amor a Vila Verde entendeu não tomar uma posição pública sobre o assunto, esperando que a empresa conseguisse ultrapassar a fase de adaptação e conhecimento de rotas, terreno e todos os pontos de recolha”, acrescenta.

A candidatura de Fernando Feitor lembra que, nas últimas horas, foi referido publicamente pelo município que “o período entre a falha e a resolução do problema leva sempre a acumulação extra de lixo” e que “a empresa está a reforçar com mais equipas para resolver falhas que ocorram nos circuitos normais de recolha”.

“Face ao compromisso do município, o movimento Amor a Vila Verde aguarda que o problema seja resolvido nos próximos dias, sob pena de propor medidas urgentes que impliquem inclusivamente o afastamento da referida empresa face aos transtornos provocados na qualidade de vida dos cidadãos”, refere a candidatura.

Para o movimento Amor a Vila Verde, “esta situação teria sido evitada se tivesse havido um atempado planeamento e articulação entre os serviços municipais e a referida empresa que permitisse um conhecimento real do terreno”.

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