A Câmara de Braga e a Universidade do Minho realizaram, esta quinta-feira, uma visita às obras de musealização da Ínsula das Carvalheiras, cuja intervenção tem “conclusão prevista para o primeiro trimestre de 2026”, segundo a autarquia.
“Este projeto vai dotar o espaço de um centro interpretativo com uma vertente moderna e tecnológica, permitindo aos visitantes realizar um percurso pelo interior deste importante legado romano, contribuindo para valorizar e dar a conhecer a história da cidade inserindo-se junto a um parque verde no centro da cidade e que poderá ser incluída na próxima Braga Romana”, refere uma nota da Câmara de Braga.
A intervenção conta com a colaboração da Universidade do Minho, “reforçando a aposta na investigação, preservação e divulgação do património arqueológico bracarense”.
O projeto ficou concluído depois de mais de 20 anos de investigação, no âmbito de uma parceria entre o município de Braga e a Universidade do Minho.
Segundo o município, a Ínsula das Carvalheiras “vai proporcionar uma viagem no tempo, com a entrada num centro interpretativo que terá uma dimensão moderna e tecnológica e com um percurso até ao interior deste espaço que constitui um importantíssimo legado romano”.
Para além da componente arqueológica, o projeto prevê a criação de um parque urbano anexo às ruínas, “que facultará um usufruto qualificado do espaço pelos cidadãos e o desenvolvimento de atividades culturais e de lazer”.
“A cidade passará, assim, a dispor de uma ampla área patrimonial musealizada e aberta ao público, que constituirá um equipamento de grande valor histórico e cultural, verdadeiramente emblemático da origem romana de Braga, capaz de ajudar a reforçar a sua identidade e a diferenciar a oferta cultural da cidade”, diz ainda o município.
















