Preço do café aumentou 71 cêntimos em apenas uma semana

O preço do café torrado moído voltou às subidas. Só na última semana, o aumento chegou aos 71 cêntimos, o que coloca já este produto entre os bens alimentares com os maiores aumentos percentuais deste ano.

café torrado moído é já o produto do cabaz alimentar da DECO PROteste cujo preço mais aumentou percentualmente este ano. Só na última semana, este produto viu o seu preço subir 71 cêntimos (mais 16 por cento).

Uma embalagem de 250 gramas de café torrado moído pode agora custar 5,13 euros.

A 1 de janeiro deste ano, a mesma embalagem de café custava 3,81 euros, menos 1,32 euros (menos 35 por cento).

Há um ano, a 6 de novembro de 2024, custava 3,03 euros, menos 2,10 euros (menos 69 por cento). Já há cerca de quatro anos, a 5 de janeiro de 2022, o café torrado moído custava 2,99 euros, menos 2,14 euros (menos 71 por cento).

CABAZ ALIMENTAR MAIS CARO

O preço do cabaz alimentar, por sua vez, também está a aumentar há três semanas consecutivas.

Entre 29 de outubro e 5 de novembro, a subida foi de 67 cêntimos (mais 0,27%), com o cabaz a custar agora 244,34 euros.

Trata-se do segundo preço mais elevado desde que a DECO PROteste iniciou esta monitorização, em janeiro de 2022.

Há cerca de quatro anos, era possível comprar exatamente os mesmos bens alimentares por menos 56,64 euros (menos 30,18 por cento).

Na última semana, entre 29 de outubro e 5 de novembro, os produtos cujo preço mais aumentou percentualmente foram, além do café torrado moído, o atum posta em óleo vegetal (mais 21%), a massa em espirais (mais 15%) e o óleo alimentar (mais 11 por cento).

Se compararmos os preços desta semana com os da primeira semana do ano, a 1 de janeiro de 2025, além do café, a maior subida percentual de preço verificou-se em produtos como os ovos (mais 32%), o esparguete (22%) e a laranja (mais 20 por cento).

Já desde que a DECO PROteste iniciou esta análise, a 5 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (mais 97%), dos ovos (mais 86%) e dos cereais integrais (mais 72 por cento).

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