Álvaro Silva, vereador do movimento independente ‘Renascer Amares’, denuncia «opacidade» na gestão das juntas de freguesia de Amares. «Impõe-se a publicação sobre a aplicação dos dinheiros púbicos que usam», defendeu o eleito independente, durante o período antes da ordem do dia da reunião de câmara realizada esta manhã.
Segundo o eleito, «impõe-se a publicação sobre a aplicação dos dinheiros públicos que usam», uma vez que, afirma, «grande parte não cumpre a publicação do orçamento, dos relatórios de contas e da forma como atribuem subsídios às associações e outras entidades».
Para Álvaro Silva, a ausência destes documentos constitui um problema de «equidade, rigor e confiança», defendendo por isso que «compete à câmara municipal coordenar e orientar», impondo às juntas a obrigatoriedade de divulgação pública já a partir do ano económico de 2026.
Perante a exposição, o presidente da Câmara Municipal, Emanuel Magalhães, respondeu sublinhando que o município está limitado na sua atuação: «Como sabe, não nos compete a ingerência na vida alheia, até porque as juntas de freguesia têm personalidade jurídica própria», afirmou.












