A segunda edição do programa “Março Verde” na Póvoa de Lanhoso está a decorrer a ritmo acelerado, com a continuidade da plantação de espécies autóctones e um balanço considerado amplamente positivo pela organização. A iniciativa conjuga objetivos de preservação ambiental com a promoção da coesão social, envolvendo diversas entidades locais.
Nos últimos dias, participaram na ação os Centros de Convívio de Lanhoso e Rendufinho, o Centro Social e Paroquial de Monsul, uma turma do Curso de Estética da EPAVE e o Centro Social das Paróquias de São Pedro de Serzedelo e São Gens de Calvos. A estes contributos somam-se ainda a colaboração de alunos do Agrupamento de Escolas Gonçalo Sampaio e de utentes da Assis, estando prevista a participação de outras instituições particulares de solidariedade social (IPSS) e estabelecimentos de ensino até ao final da campanha.
O objetivo final da iniciativa passa pela plantação de 1500 exemplares de espécies autóctones em dois hectares de terreno baldio, cedidos pela Junta de Freguesia de Covelas, criando condições para reforçar a cobertura vegetal e promover a sustentabilidade do território.
Com este envolvimento alargado da comunidade, o município pretende consolidar os principais propósitos do “Março Verde”, nomeadamente a proteção e recuperação dos ecossistemas terrestres, a promoção da gestão florestal sustentável e o combate à desertificação.
A ação integra-se numa estratégia de valorização ambiental que visa travar a degradação dos solos e a perda de biodiversidade, reforçando a resiliência do património natural e garantindo a sua preservação para as gerações futuras.



















