GNR deteve 235 condutores por álcool e oito suspeitos por violência doméstica numa semana

A Guarda Nacional Republicana deteve 524 pessoas em flagrante delito entre os dias 1 e 7 de maio, destacando-se 235 detenções por condução sob o efeito do álcool e oito relacionadas com crimes de violência doméstica, segundo o balanço operacional semanal divulgado pela força de segurança.

As operações realizadas em todo o território nacional tiveram como objetivo a prevenção e combate à criminalidade, fiscalização rodoviária e controlo de infrações contraordenacionais.

Entre as detenções efetuadas pela GNR, sobressaem ainda 117 casos por condução sem habilitação legal, 32 por tráfico de estupefacientes, 21 por furto e roubo, cinco por posse ilegal de armas ou armas proibidas e uma relacionada com incêndio florestal.

No âmbito do combate ao consumo e tráfico de droga, a GNR apreendeu mais de 144 mil doses de haxixe, cerca de 1.744 doses de cocaína, 1.665 doses de liamba, além de heroína, MDMA, LSD e anfetaminas.

Foram também apreendidos 20 veículos, nove armas de fogo, 15 armas brancas ou proibidas e mais de 15 mil euros em numerário.

Na área da fiscalização rodoviária, a GNR registou 8.811 infrações, com destaque para 1.249 infrações por falta de inspeção periódica obrigatória e 1.242 excessos de velocidade.

Os dados revelam igualmente 446 infrações por condução com taxa de álcool no sangue superior ao limite legal, numa semana marcada pelo reforço das ações de controlo e sensibilização para os perigos associados ao consumo de álcool na condução.

Foram ainda detetadas 789 infrações relacionadas com tacógrafos, 494 por anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização, 310 por falta de seguro de responsabilidade civil e 237 por uso indevido do telemóvel durante a condução.

A GNR identificou também 213 infrações relacionadas com a falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e sistemas de retenção para crianças.

A força de segurança sublinha que estas operações visam aumentar a segurança rodoviária, prevenir comportamentos de risco e combater fenómenos criminais com impacto direto na segurança e bem-estar das populações, incluindo a violência doméstica, considerada um crime público em Portugal.

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