A Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve cinco pessoas por suspeita da prática do crime de incêndio florestal durante a última semana, no âmbito da atividade operacional desenvolvida entre os dias 3 e 9 de julho em todo o território nacional.
As detenções ocorreram numa altura particularmente sensível do ano, marcada pelo agravamento do risco de incêndio rural em várias regiões do país, integrando o conjunto de ações de prevenção, vigilância e investigação desenvolvidas pela GNR no combate a este tipo de criminalidade.
No balanço semanal divulgado pela força de segurança, foram efetuadas 566 detenções em flagrante delito. Entre as principais ocorrências destacam-se 248 detenções por condução sob o efeito do álcool, 118 por condução sem habilitação legal, 42 por tráfico de estupefacientes, 14 por violência doméstica, 13 por furto e roubo e 10 por posse ilegal de armas ou armas proibidas.
No âmbito das apreensões, a GNR destaca mais de 3,38 milhões de doses de haxixe, além de 1 221 doses de liamba, 774 doses de cocaína, 35 doses de MDMA, cinco comprimidos de anfetaminas e 105 pés de canábis. Foram ainda apreendidas 19 armas de fogo, 24 armas brancas ou proibidas, 742 munições de diversos calibres, 36 veículos e mais de 21 mil euros em numerário.
Na área da fiscalização rodoviária, os militares da GNR detetaram 6 968 infrações, sendo os excessos de velocidade a infração mais frequente, com 1 546 autos levantados.
Foram igualmente registadas 979 infrações por falta de inspeção periódica obrigatória, 377 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao limite legal, 355 relacionadas com deficiências nos sistemas de iluminação e sinalização dos veículos, 351 relativas ao incumprimento das regras dos tacógrafos, 238 por falta de seguro de responsabilidade civil, 227 por utilização indevida do telemóvel durante a condução e 217 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança ou dos sistemas de retenção para crianças.
A GNR sublinha que estas operações integram o esforço permanente de prevenção e combate à criminalidade, bem como de reforço da segurança rodoviária e da proteção das populações, com especial atenção ao período de maior risco de incêndios rurais.












