BRAGA -
Distrital do PS congratula-se com a assinatura dos contratos colectivos no Hospital de Braga

Foi com “enorme satisfação” que a Federação de Braga do PS assistiu à assinatura dos acordos para os contratos colectivos de trabalho do Hospital de Braga, congratula-se Joaquim Barreto, líder da Distrital bracarense do PS.

Recorde-se que os acordos foram assinados esta quinta-feira entre os sindicatos e a administração do hospital, na presença do secretário de Estado adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, culminando um processo marcado por inumerados protestos e paralisações.

“Um momento que simboliza uma vitória dos profissionais de saúde, do Hospital de Braga e do Serviço Nacional de Saúde, que está a celebrar 41 anos de vida”, afirma em comunicado.

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“Foi um longo caminho percorrido até aqui, desde que em 2019 o Hospital de Braga entrou no universo e nesta grande obra da democracia que é o SNS, depois de revertida a PPP. Nem sempre foi fácil, houve avanços, houve recuos, mas sobretudo aproximações num trabalho profícuo levado a cabo pelo actual governo”, diz.

Para Barreto, “a adesão aos acordos dos contratos colectivos é uma medida essencial para o ajustamento de regimes, harmonizando-o com as demais unidades de saúde do SNS”.

O também deputado considera que “os profissionais de saúde são o coração, a alma e a força do nosso Serviço Nacional de Saúde e que só com profissionais de saúde motivados será possível continuar o legado que nos deixou António Arnaut”, frisando que “desde que passou para a esfera pública, o Hospital de Braga continuou a cumprir. O Hospital cumpriu, os profissionais cumpriram e o Estado está também a cumprir”.

Joaquim Barreto saúda também o governo por “cumprir agora com a sua parte ao regularizar a situação a mais de 1500 profissionais que vão beneficiar destes acordos agora assinados: 805 das carreiras gerais; 99 TSDT, 10 farmacêuticos, 657 enfermeiros”.

“Esta é mais uma prova da contínua aposta que o actual governo tem vindo a fazer, ao reforçar o SNS, assumindo-o como um principal suporte ao nosso estado democrático” remata o líder da Distrital socialista, antes de referir que existem hoje mais “mais 20.600 profissionais de saúde do que em 2015: mais 4.400 médicos; mais 8200 enfermeiros; mais 1.300 TSDT’s; mais 6.600 entre assistentes técnicos e assistentes operacionais”.