REGIÃO -
Esposende teve saldo positivo de 2,6 milhões nas contas de 2019

O Relatório de Gestão de 2019 do município de Esposende apresenta um resultado líquido do exercício de 2,68 milhões de euros, 104% superior ao alcançado no ano de 2018.

No ano anterior – revelou fonte camarária – desceu, ainda, a sua dívida em 951 mil euros, a qual se situava, no fim do ano, em 7, 2 milhões de euros.

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Com estes resultados, em termos de capacidade de endividamento, a Câmara terminou o ano com uma margem positiva de 18, 8 milhões de euros.

O Relatório de Contas foi aprovado por maioria, e sem votos contra, em reunião do executivo municipal

O documento entregue aos vereadores indica, ainda, como factor positivo, a poupança de três milhões de euros conseguida em 2019, “reflexo da redução dos custos com o pessoal, ao nível do trabalho extraordinário, e dos custos com a aquisição de bens e serviços, designadamente com as avenças”.

O município tem, agora, uma disponibilidade financeira de 34,5 milhões de euros, “o que lhe garante condições para cumprir os compromissos assumidos com a população”.

A execução do Plano Plurianual de Investimentos – acrescentou a fonte – “fixou-se, no final de 2019, em 5, 2 milhões de euros, mantendo a tendência, dos últimos anos, de forte investimento, traduzida num elevado número de projectos, concursos e obras, actualmente em desenvolvimento no concelho”.

A autarquia acentua que teve excelentes resultados, a “pesar da redução das transferências da Administração Central, nos valores do FEF (Fundo de Equilíbrio Financeiro), e da diminuição da receita proveniente do IMI, comparativamente a 2018”, as quais – acentua – reflectem os benefícios concedidos aos munícipes, com aplicação da taxa mínima e do coeficiente familiar, para apoio às famílias com dependentes a cargo.

“O investimento municipal é pago pela forte dinâmica económica gerada, que se reflecte no aumento de imposto como o IMT e o IUC e das taxas urbanísticas, o que é positivo para o concelho”, assinala.

O relatório de gestão mostra níveis de execução de 95% no orçamento da receita, 82% no da despesa e 78% no Plano Plurianual de Investimentos. O prazo médio de pagamentos a fornecedores situou-se nos 14 dias.