A reitoria da Universidade do Minho (UMinho) mostrou-se disponível para ouvir as preocupações dos alunos sobre a necessidade de proceder a obras em diversos edifícios da academia na sequência do mau tempo deste inverno, anunciou o Movimento Dignidade Académica.
Beatriz Coelho, daquele Movimento, adiantou ao Grupo Santiago que ficou decidido voltar a reunir para debater o plano de intervenção, procurando ir ao encontro da opinião da comunidade sobre os problemas identificados.
Ainda ao grupo de media vimaranense, a responsável considerou que os 10 milhões de euros que a reitoria tem para obras é “insuficiente”, para resolver as inúmeras carências edificadas nas instalações.
No entanto, trata-se de uma verba que “vai ajudar a colmatar muitos problemas emergentes”.
De acordo com a representante do Movimento Dignidade Académica, as infiltrações em diversos espaços do edificado nos dois polos da Universidade são as situações que carecem de intervenção mais urgente, sendo que se “agravaram nos últimos tempos e que, em alguns casos, levou à incapacidade de utilizar alguns espaços”, sendo certo que são “problemas que se arrastam devido à falta de manutenção”.












