Depois de ter esgotado rapidamente, o programa E-Lar regressa esta terça-feira para dar apoios à substituição de equipamentos a gás por elétricos nas habitações.
Na primeira fase teve cerca de 40 mil candidaturas em apenas seis dias e esgotou, rapidamente, os 30 milhões de euros atribuídos.
Hoje, dia 2 de dezembro, abre uma nova fase no valor de 51,5 milhões de euros, mas com regras iguais ao anterior.
O objetivo do E-Lar é substituir os eletrodomésticos antigos e a gás por equipamentos elétricos mais eficientes, de classe A ou superior.
Inicialmente, estava previsto que o apoio fosse apenas para as famílias com mais dificuldades financeiras, que têm tarifa social de energia ou apoios sociais mínimos, mas acabou por ser alargado a famílias que vivem em bairros vulneráveis e também para todas as famílias em geral.
O programa abrange fogões, fornos e esquentadores. É preciso também garantir que os aparelhos são realmente usados pelos beneficiários e que permaneçam de facto nas respetivas habitações.
Os apoios para as famílias mais carenciadas variam entre os 50 aos 738 euros, e para as restantes dos 146 aos 600 euros.











