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SOS Árvores de Braga manifesta “estranheza” sobre obras junto ao complexo desportivo da Rodovia

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O Movimento SOS Árvores de Braga manifesta “estranheza” sobre a intervenção urbanística que o município tem em curso na rua do Complexo Desportivo, junto dos Campos da Rodovia.

Em comunicado, aquele movimento afirma que o Plano Director Municipal (PDM), além de reservar o terreno para Equipamentos, também o classifica como Área Inundável, “o que torna a área de grande interesse para a gestão da adaptação da cidade às alterações climáticas em curso”.

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“[O terreno] está classificado como zona inundável, na margem do Rio Este, portanto, um local que está na primeira linha das necessidades para a gestão da adaptação da cidade às alterações climáticas e seus fenómenos climatéricos extremos, cada vez mais frequentes”, sustenta, daí que questione os vereadores sobre o que “equipamento será lá edificado, dado a classificação do solo do PDM, e se é compatível com as preocupações enunciadas”.

O movimento questiona ainda “o licenciamento da construção de um espaço comercial, nomeadamente uma imobiliária, dado as circunstâncias de PDM referidas”.

Sugere que as “várias árvores, relativamente jovens” existentes no terreno sejam, “no limite”, transplantadas, “aproveitando o seu tamanho para benefício de uma zona urbana carente de sombra no Verão”, o que a Câmara “pode promover a colaboração com o promotor privado”.

“Esta operação seria do interesse público, teria um cariz também pedagógico e seria vista com agrado pela população bracarense (…), contrariando a percepção de prejuízo do património arbóreo urbano, e efectivamente daria resposta ao espírito e letra da lei, que obriga a que este património não só não reduza, como cresça”, diz o SOS Árvores de Braga.

Por estas razões, acrescenta o SOS Árvores, manifestou a sua estranheza pelas operações urbanísticas no local e questionou os vereadores do Ambiente, Altino Bessa, e das Obras Municipais, João Rodrigues, sobre qual a justificação para licenciar a operação urbanística. “Infelizmente, ainda não recebemos resposta”, remata.

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