Amares. PomPom Branco reabre instalações em Rendufe sete meses após incêndio

Sete meses depois de um incêndio que destruiu por completo as suas instalações, a lavandaria PomPom Branco vai reabrir a sua unidade industrial em Rendufe, no concelho de Amares.

A cerimónia está marcada para o próximo dia 11 de abril e assinala um momento simbólico para a empresa, trabalhadores, clientes e comunidade local, após um período de grande exigência e superação.

O incêndio, ocorrido na noite de 22 para 23 de setembro de 2025, destruiu completamente a unidade industrial, interrompendo a atividade de uma empresa com cerca de 55 trabalhadores. Desde então, a PomPom Branco manteve a sua operação em instalações provisórias no concelho de Braga, enquanto avançava com o processo de reconstrução.

A reabertura representa, segundo a empresa, não apenas a inauguração de um novo espaço, mas também o resultado de um esforço coletivo e da determinação em manter a atividade, preservar postos de trabalho e continuar a servir os clientes com qualidade e confiança.

A iniciativa pretende ainda ser um momento de partilha com a comunidade e com os parceiros que acompanharam o processo de recuperação, simbolizando um novo capítulo na história da empresa.

NOITE FATÍDICA

Um incêndio de grandes dimensões destruiu por completo a unidade da PomPom Branco na noite de 22 para 23 de setembro de 2025, em Rendufe, Amares, deixando a lavandaria sem condições para continuar a operar.

O alerta foi dado pelas 22h50, tendo mobilizado dezenas de operacionais de várias corporações, incluindo os Bombeiros Voluntários de Amares, Vila Verde, Póvoa de Lanhoso, Terras de Bouro e as corporações de Braga.

Segundo o comandante dos Bombeiros de Amares, Domingos Ferreira, quando os meios chegaram ao local o pavilhão já estava totalmente tomado pelas chamas. O incêndio foi dominado por volta das 00h30.

Durante as operações, dois bombeiros sofreram ferimentos ligeiros, tendo sido assistidos no Hospital de Braga e posteriormente tiveram alta.

Na manhã seguinte, o então presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira, visitou o local e descreveu o cenário como “desolador”, destacando a destruição total das instalações e equipamentos.

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