A Associação de Paralisia Cerebral de Braga (APCB), sediada em Carrazedo, no concelho de Amares, celebra, no próximo dia 26 de junho (sexta-feira), o seu 40.º aniversário, assinalando quatro décadas de trabalho na promoção da qualidade de vida, da inclusão e da participação das pessoas com paralisia cerebral e outras situações neurológicas afins.
Em comunicado, a instituição sublinha que a efeméride representa “mais do que uma celebração institucional”, constituindo um momento de reconhecimento e gratidão para com todos os que contribuíram para o percurso da associação ao longo dos últimos 40 anos.
A APCB destaca o papel de “utentes, famílias, colaboradores, voluntários, dirigentes, parceiros e amigos” que, através do seu compromisso e dedicação, ajudaram a construir a história da instituição e a consolidá-la como uma referência na intervenção social e na defesa dos direitos das pessoas com deficiência.
A associação refere ainda que a celebração servirá para reafirmar a sua missão de promover uma sociedade “onde todas as pessoas sejam valorizadas na sua dignidade, nas suas capacidades e no seu direito de participar plenamente na vida da comunidade”.
O programa comemorativo terá início às 09h30, no Centro Hípico da APCB, com uma sessão que incluirá uma homenagem a Alberto Peixoto e a bênção dos cavalos. Pelas 10h00, realiza-se uma missa cantada, presidida pelo arcebispo de Braga, D. José Cordeiro.
As comemorações prosseguem às 11h15, com homenagens póstumas no Jardim das Memórias, seguindo-se, às 11h30, a inauguração de um mural comemorativo da autoria do escultor Alberto Vieira.
O programa inclui ainda uma homenagem no Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão (CACI), às 11h45, e, ao meio-dia, a inauguração da Sala Nobre da instituição. Nesse momento serão também homenageados os colaboradores da APCB, numa cerimónia que terminará com o tradicional corte do bolo de aniversário.
A associação convida os órgãos de comunicação social a acompanhar a celebração, que pretende “homenagear o passado, celebrar o presente e renovar a esperança num futuro construído com mais inclusão, solidariedade e respeito pela diferença”.












