A Guarda Nacional Republicana (GNR) anunciou esta sexta-feira que deteve 45 pessoas em flagrante delito pelo crime de incêndio florestal entre 1 de janeiro e 31 de agosto de 2025.
Em comunicado, a força de segurança indica que “registaram-se 45 detenções em flagrante delito pelo crime de incêndio florestal” e foram ainda identificados “621 suspeitos da prática deste crime, alguns dos quais já detidos pela Polícia Judiciária”.
De acordo com a nota, até 31 de agosto foram registados 7.037 incêndios florestais.
Relativamente às infrações, até à mesma data, a GNR elaborou 2.249 autos de contraordenação (dados provisórios), dos quais 1.773 por falta de gestão de combustível, 344 por uso indevido do fogo e 34 por condicionamento de acessos.
No âmbito da vigilância e deteção de incêndios, foram realizadas 42.282 patrulhas e 5.129 ações de sensibilização, alcançando 97.129 pessoas.
AÇÕES REFORÇADAS DEVIDO A PERIGO DE INCÊNDIO
A GNR anunciou esta sexta-feira que vai reforçar o patrulhamento e a vigilância em áreas florestais e agrícolas em Portugal para fazer face ao agravamento do risco de incêndio em várias zonas do território nacional.
A GNR apela, uma vez mais, ao sentido de responsabilidade de todos os cidadãos, reforçando a importância de evitar ações que possam originar incêndios, nomeadamente: fumar, fazer lume ou fogueiras; fazer queimas ou queimadas; lançar foguetes e balões com mecha acesa; fumigar ou desinfestar apiários sem dispositivos de retenção de faúlhas; utilizar tratores, máquinas e veículos pesados sem extintor, sistema de retenção de faúlhas ou faíscas e tapa-chamas nos tubos de escape ou chaminés.
A título preventivo, a GNR recomenda ainda à população que acompanhe os avisos meteorológicos e os níveis de risco de incêndio através dos canais oficiais, informe imediatamente as autoridades (112) em caso de fumo ou fogo e evite deslocações desnecessárias a zonas florestais nos dias de maior risco.












