Álvaro Silva pede “mudança urgente” na gestão de tesouraria da Câmara de Amares

O vereador do movimento Renascer Amares, Álvaro Silva, defendeu esta quinta-feira a necessidade de implementar uma “mudança urgente de práticas na gestão da tesouraria municipal”, considerando que existem “elevados saldos de gerência depositados em contas à ordem”.

Durante a apresentação do resumo do diário da tesouraria, uma prática que acontece em todas as reuniões de câmara, Álvaro Silva lembrou uma intervenção que fez na primeira reunião de executivo, em novembro do ano passado, acerca desta questão.

Nessa altura, segundo o vereador independente, os montantes que o município tinha em contas à ordem “ascendiam a oito milhões de euros” e agora esse valor é superior, ultrapassando os 8,5 milhões de euros, o que configura um “erro” de gestão, uma vez que o dinheiro “fica parado”.

“Esta opção prejudica o município e prejudica os amarenses, beneficiando apenas as instituições bancárias”, salientou, defendendo que a colocação das verbas em contas à ordem “não permite obter retorno”.

Para Álvaro Silva, esta “não é apenas uma questão técnica, mas política”. “É um problema sério de gestão pública”, vincou o vereador do Renascer Amares.

O presidente da Câmara, Emanuel Magalhães, disse apenas que colocaria as questões à divisão financeira.

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