Em Grande Entrevista ao jornal “O Amarense“, Emanuel Magalhães assume que o início do mandato tem sido marcado por escolhas difíceis, mas necessárias. “Gerimos dinheiro público e temos de decidir onde investir primeiro.”
Com foco na reorganização interna, na água, saneamento, educação, turismo, mobilidade e património, o presidente da Câmara diz querer lançar bases sólidas para o futuro do concelho.
“Os resultados não se veem já, mas estamos a preparar Amares para responder melhor às necessidades das pessoas”, conclui.
E, feitas as contas, já tem lançados cerca de 10 milhões em concursos lançados e em marcha para realização de obras projetadas para o ano de 2026, apesar de ter metido o pavilhão multiusos na gaveta: “Foi a decisão mais difícil”.
Nos primeiros três meses de mandato, Emanuel Magalhães coloca o urbanismo e a captação de fundos comunitários no topo da agenda.
O autarca reconhece fragilidades herdadas, assume decisões difíceis e traça as linhas estratégicas para água, saneamento, rede viária, património e desenvolvimento económico.
No início da caminhada no topo da hierarquia municipal, diz-se “confortável” e até admite um longo percurso de 12 anos: “Enquanto me tratarem bem, aqui estarei”.
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