CÁVADO -
ATAHCA faz 30 anos e pede «diferenciação positiva» para os territórios rurais

A Associação das Terras Altas do Homem, Cávado e Ave (ATAHCA) assinala 30 anos de actividade. São três décadas de «trabalho, dedicação e defesa do desenvolvimento rural integrado dos territórios do Alto Cávado e do Cávado».

Numa mensagem que recorda a efeméride, o presidente do organismo, José da Mota Alves, refere que «o sucesso do trabalho desenvolvido e dos resultados obtidos só foi possível com muita dedicação da Equipa Técnica Local nas mais diversas áreas de actuação – investimentos, animação territorial, cooperação, formação profissional, informação e trabalho conjunto com os parceiros da estratégia territorial».

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«Todo este sucesso, também, não teria acontecido sem a colaboração e dedicação de todos os membros dos órgãos sociais da ATAHCA. Já se fez muito, mas há muito, ainda, para fazer, porque sem ambição de querer fazer mais e melhor não conseguiremos obter o sucesso que todos desejamos para o território da nossa área de influência», projecta.

Mota Alves considera que «o território do Cávado, com todos os seus municípios, tem imensas potencialidades, tem massa crítica, tem pessoas com vontade de fazer a diferença pelo empreendedorismo e pela qualidade do mesmo, tem dinâmica empresarial e tem instituições que querem fazer parte integrante do processo de desenvolvimento integral, onde a transversalidade seja o ponto de partida para as acções e actividades a empreender no presente e no futuro»-

«Os territórios rurais, e mais concretamente os do interior, necessitam de uma diferenciação positiva, onde a equidade seja uma realidade entre o urbano e o rural, entre o litoral e o interior, entre a montanha e a várzea e entre as grandes e médias cidades. Todos somos poucos para fazer muito e mudar o que é necessário», frisa.