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Concurso de concessão para as Termas de Caldelas terminou sem propostas

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O concurso para a concessão da exploração do complexo termal de Caldelas ficou “deserto”, não tendo recebido qualquer proposta, anunciou esta segunda-feira a vice-presidente da Câmara de Amares.

A informação foi avançada no início da reunião do executivo camarário por Cidália Abreu, que liderou os trabalhos na ausência de Manuel Moreira, que está a cumprir um período de férias.

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«Quando o presidente vier de férias vamos reunir, provavelmente com os restantes vereadores [do PS], para tomar uma posição e perceber o que fazer relativamente às Termas de Caldelas», referiu.

Tal como “O Amarense” noticiou, o concurso de concessão, com um prazo de 30 anos, previa um investimento mínimo de quatro milhões de euros, obrigando a reabilitar a totalidade dos edifícios que foram adquiridos pela Câmara Municipal.

O cenário de um eventual “deserto” no concurso já fora assumido por Manuel Moreira na conferência de imprensa de abertura da época termal deste ano.

Na ocasião, o autarca disse que a concessão «surgiu numa altura muito complicada», devido à crise que está a afectar as empresas, o que poderia dificultar a apresentação de propostas que cumprissem o caderno de encargos.

«Temo que o concurso possa ficar deserto. Vamos esperar para ver o que vai acontecer», afirmou.

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