Continuam a decorrer as obras de requalificação em torno da Cascata Fecha das Barjas, conhecida como Cascata do Tahiti, no Gerês, uma intervenção lançada pela Câmara Municipal de Terras de Bouro com apoio do Fundo Ambiental.
A zona envolvente da cascata já foi reabilitada, faltando ainda a colocação do miradouro e das estruturas metálicas que permitirão, segundo o presidente do município terrabourense, Manuel Tibo, “contribuir decisivamente” para melhorar as condições de visitação e de segurança naquele local.
Conforme o jornal ‘O Amarense & Caderno de Terras de Bouro’ já noticiou, a expectativa é que a obra possa estar terminada no início de maio, o que fará com que o espaço, que anualmente atrai milhares de visitantes, já possa estar reabilitado a tempo do verão.
A obra resulta de uma candidatura aprovada ao Fundo Ambiental, na sequência de um protocolo que já permitiu a requalificação de vários miradouros do concelho, melhorando as condições de visitação e reduzindo riscos para os utilizadores.
HAVERÁ RESTRIÇÕES
As estruturas a colocar no âmbito deste projeto irão funcionar como um gradeamento de proteção, com o objetivo de limitar o acesso a zonas de elevado risco de queda ou acidente.
“A intenção é impedir que as pessoas acedam a locais perigosos onde já se registaram acidentes, criando condições para que o espaço possa ser usufruído com maior segurança”, sublinhou Manuel Tibo, em entrevista a ‘O Amarense & Caderno de Terras de Bouro’, publicada na íntegra na edição impressa de janeiro.
O presidente da autarquia fez questão de esclarecer que a intervenção não significa o fim dos banhos na Cascata do Tahiti. “Os banhos não acabaram. O que vai acontecer é a interdição de algumas zonas específicas da cascata, precisamente aquelas onde existe histórico de acidentes”, afirmou.
Em contrapartida, continuarão a existir áreas seguras, nomeadamente no leito do rio, onde os visitantes poderão tomar banho sem riscos acrescidos, vincou o autarca.

















