A vila de Terras de Bouro vai crescer em novos equipamentos, mais oferta pública e em novas construções para habitação, garante o presidente da câmara municipal, Manuel Tibo, na primeira grande entrevista ao jornal ‘O Amarense & Caderno de Terras de Bouro, no arranque do terceiro e último mandato.
Na edição impressa, já nas bancas, o autarca centra a sua atenção na Estratégia Local de Habitação, que prevê – só para a sede do concelho – 57 novas habitações, além das 17 habitações em Vilar da Veiga, 15 em Rio Caldo, 8 em Valdozende e 6 em Carvalheira, um total de 22 milhões de euros, comparticipados pelo Estado.
«Infelizmente, os empresários da construção estiveram ausentes da vila de Terras de Bouro nos últimos anos. Por essa razão, a autarquia pretende substituir-se estes empresários nestes próximos quatro anos, porque não há quem construa aqui em prédios. Isto porque o retorno com a venda dos apartamentos demora muito tempo», refere, na entrevista.
A estratégia é «não deixar fugir as pessoas. Nos últimos meses, realizamos projectos de arquitectura de 46 fogos em património municipal, desde em escolas primárias devolutas a fogos que não são utilizados, ao abrigado da tal Estratégia Local de Habitação de que já falámos».
Para a vila de Terras de Bouro, o autarca anuncia ainda um novo centro escolar e um novo jardim de infância na sede de concelho e pavilhão multiusos, além do armazém municipal e novo campo de jogos municipal, estes já a pensar em alargar a malha urbana do concelho até à freguesia vizinha de Balança.
Manuel Tibo quer criar ainda um parque empresarial. «Com este objectivo, a autarquia já adquiriu um terreno e continuaremos a comprar outros para o parque. Neste espaço, em Balança, serão instalados o Armazém Municipal, o Campo Municipal e uma zona de lazer, com mesas, parque aquático, praia fluvial, permitindo que a população possa usufruir do Rio Homem».
E vêm aí mais dois quilómetros da Ecovia. «O projecto está aprovado e temos parte do financiamento necessário para a obra», revela.
A rede viária não é esquecida. «Faremos chegar um estudo à Infraestruturas de Portugal para a requalificação do troço da estrada 307, entre Rio Caldo e Souto, que inclui a correcção do traçado e da curva de Covide».
A ‘GRANDE ENTREVISTA’ COMPLETA NA EDIÇÃO IMPRESSA DE NOVEMBRO DO JORNAL ‘O AMARENSE & CADERNO DE TERRAS DE BOURO’
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