O projeto de construção da Via Circular Urbana da Póvoa de Lanhoso dá mais um passo «decisivo», com a entrega à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) a Avaliação de Impacte Ambiental (AIA), anuncia a autarquia.
Trata-se de um instrumento de carácter preventivo da política de ambiente, que garante que são estudados e avaliados os potenciais efeitos na execução desta obra. «Este estudo é uma das etapas mais importantes deste projeto», vinca.
A APA dispõe agora de um prazo até seis meses para se pronunciar.
Havendo aprovação da AIA, como é expectativa do Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Frederico Castro, «o processo segue para a IP (Infraestruturas de Portugal), entidade responsável pela execução da obra».
O autarca diz que «tudo foi feito, até à data, para que a Via Circular seja uma realidade o mais breve possível. Este é um processo complexo e demorado, que envolve diferentes entidades e intervenientes, e que nos obrigou à realização de diversos estudos técnicos adicionais que inicialmente não seriam necessários e portanto, naturalmente não estavam programados. Temos trabalhado muito neste dossier, da nossa parte, tudo foi feito e agora aguardamos que as instâncias competentes – a APA e a IP – se pronunciem».
Esta via estruturante foi apresentada como obra prioritária, em 2021.
«A execução da Via Circular urbana à EN103 e à ER205, entre outros aspetos, irá permitir à Póvoa de Lanhoso consolidar a malha urbana; aumentar a sua capacidade de atrair investimento; proporcionar melhores vias e maior fluidez de trânsito, sobretudo de pesados, bem como acessos mais simples e fáceis que aproximam a Póvoa de Lanhoso a Braga, capital de distrito», destaca.












