OPINIÃO -
Ser incomum, mas não só por ser do Chega

Opinião de Lúcia Peixoto

 

Chamo-me Lúcia Peixoto, tenho 23 anos e sou Amarense.

PUBLICIDADE

A minha atividade política é ainda recente, sou militante do partido Chega, desde o início do ano. O percurso que percorri até agora, fez-me expandir os meus horizontes relativamente à política, logo entendi ter uma voz de valor que deve ser ouvida independentemente de ideologias. Fui candidata à Assembleia Municipal, participei ativamente na campanha para as eleições autárquicas, reparei durante a campanha que a juventude não tem notoriedade suficiente, são poucos os jovens que realmente querem lutar para permitir uma mudança, aquilo que será o nosso futuro.

Ouço frequentemente que a minha geração está perdida. Verifico diariamente políticos corruptos a saírem impunes. A credibilidade da política e da justiça desaparece a cada dia que passa. A esperança para um dia comprar casa, automóvel e emprego tornaram-se uma extinção. Mas nós jovens, podemos e temos de inverter esta tendência, combater os negacionistas e perpetuar que temos novos métodos, ideias arrojadas e vamos realizar política séria em Portugal.

Num partido novo como o CHEGA, encontrei uma nova oportunidade, oportunidade de fazer o caminho certo. Não o faço sozinha, temos um líder destemido que se afirma em cada passo que dá. Entre nós não existe individualismo, prevalece e sempre prevalecerá a união e a preocupação por Portugal e pelos portugueses. 

Nós jovens, temos que nos unir. Chega de abdicar do nosso livre-arbítrio, somos racionais e inteligentes para mudar o nosso país. Chega de esperar pela oportunidade certa, o momento é agora. Juntos, vamos construir o nosso futuro!

Eu acredito no CHEGA porque o CHEGA acredita em nós, os jovens.