A Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas da Universidade do Minho (ELACH), em Braga, vai ser palco, de 04 a 07 de novembro, de duas dezenas de atividades sobre a língua e cultura asiáticas, abertas ao público. A iniciativa envolve a Embaixada do Japão, a Sakura Network, o Instituto Confúcio e a UMinho, através do Departamento de Estudos Asiáticos (DEA) e da Associação de Estudantes de Estudos Orientais.
Os Japan Days propõem para terça-feira à tarde um workshop de kiri-e (recorte do papel) com o artista Yusuke Shimomura, que já exibiu trabalhos desde Nova Iorque a Madrid. Para quarta-feira há um “salão” de japonês, conversas para exercitar a língua nipónica, uma pequena mostra fotográfica e testemunhos de quem estudou no Japão.
Já as Jornadas do DEA propõem para quinta-feira, no auditório B1 do campus de Gualtar, performances da dança “Tsugai Kogarashi”, apresentações de entidades e de formações, depoimentos de alunos que estão na/foram à Ásia e um almoço partilhado. Seguem-se nessa tarde o momento musical “A pequena andorinha”, uma videoconferência da rede Sakura, uma palestra de geopolítica com o professor Paulo Duarte, uma sessão sobre mitologia japonesa, a escolha do sinograma do ano e, a terminar, uma apresentação sobre o ritual do chá “Charmonia”.
Para sexta-feira de manhã, já no auditório da ELACH, as Jornadas do DEA preveem a declamação de poemas em chinês e japonês, apresentações sobre mangas e mitologia chinesa, workshops sobre quimonos e gastronomia, além de uma conversa online com a ex-aluna Virginie Arantes, atualmente ligada à École des Hautes Études en Sciences Sociales, em França. “Esta semana pretende ser uma viagem de descoberta ao vasto universo asiático, num ambiente de partilha do conhecimento e de diálogo intercultural”, afirma a diretora do DEA, Sun Lam.













