A sede do concelho de Vieira do Minho acolheu recentemente as segundas reuniões das comissões consultivas responsáveis pela elaboração dos Programas Especiais das Albufeira da Caniçada e das Albufeiras de Venda Nova, Salamonde e Paradela.
Os encontros decorreram ao longo do dia, com a reunião dedicada à albufeira da Caniçada a realizar-se durante a manhã e a sessão relativa às albufeiras de Venda Nova, Salamonde e Paradela durante a tarde.
Estas reuniões integram o processo de transição dos antigos planos de ordenamento para novos programas especiais, instrumentos de gestão territorial atualmente em desenvolvimento e cuja elaboração é coordenada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
O Município de Vieira do Minho participou ativamente nos trabalhos, estando representado pelo presidente da autarquia, Filipe de Oliveira, bem como pela chefe de divisão de urbanismo, Fátima Gonçalves, e pela geógrafa Isabel Vieira.
Segundo o município, a participação nestas comissões consultivas permite contribuir para a definição de instrumentos de gestão territorial que valorizem as albufeiras e promovam o desenvolvimento sustentável do concelho.
As reuniões contaram ainda com representantes de várias entidades e organismos públicos, incluindo a Administração da Região Hidrográfica do Norte, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, o Turismo de Portugal, a Direção-Geral da Saúde e a Guarda Nacional Republicana.
Estiveram também presentes representantes dos municípios de Montalegre e Terras de Bouro, além de entidades académicas e empresas ligadas ao planeamento territorial, como a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.
De acordo com o município, o processo de elaboração destes programas especiais tem como objetivo garantir uma gestão equilibrada das áreas envolventes das albufeiras, conciliando a proteção ambiental, o ordenamento do território e o desenvolvimento das atividades económicas e turísticas.
A autarquia de Vieira do Minho assegura que continuará a acompanhar os trabalhos e a manter a população informada sobre a evolução destes instrumentos de planeamento, considerados relevantes para o futuro do concelho e da região.




