A “Brigada Verde Jovem” já iniciou a missão de vigilância das áreas florestais do concelho da Póvoa de Lanhoso, numa iniciativa promovida pela Câmara Municipal que decorre até ao final do mês de agosto e que envolve 18 jovens com idades compreendidas entre os 16 e os 25 anos.
A ação arrancou esta quarta-feira, 15 de julho, e teve, logo no primeiro dia, uma intervenção relevante na prevenção e combate aos incêndios rurais. Instalados no Monte do Pilar, os jovens detetaram o início de um incêndio na freguesia de Frades, na União de Freguesias de Calvos e Frades, tendo comunicado de imediato a ocorrência e desencadeado os procedimentos necessários junto das entidades competentes.
Graças à rápida deteção e à pronta resposta dos meios de combate, a ignição acabou por ser extinta num curto espaço de tempo, evitando uma possível progressão das chamas.
Integrada no programa municipal “Juventude em Movimento”, a “Brigada Verde Jovem” realiza-se pelo terceiro ano consecutivo e pretende envolver os mais jovens na proteção ambiental, na prevenção de incêndios e na sensibilização da comunidade para comportamentos seguros.
Os 18 participantes estão organizados em equipas de três elementos por turno, distribuídos por diferentes períodos de vigilância. Equipados com os meios adequados, permanecem nas imediações do Castelo de Lanhoso e do Monte do Pilar, de segunda a sexta-feira, acompanhando as zonas de maior risco e visibilidade do território.
Sob coordenação do Serviço Municipal de Proteção Civil e em articulação com os restantes Agentes de Proteção Civil, os jovens têm como principais funções a vigilância da floresta, a identificação de situações de risco e a realização de ações de informação e sensibilização junto da população.
Para além da componente preventiva, a iniciativa assume também uma dimensão educativa e de participação cívica, permitindo aos jovens desempenhar um papel ativo na defesa do património natural do concelho e no reforço da segurança das comunidades locais.
A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso destaca a importância desta colaboração juvenil como um contributo para a preservação da floresta e para a criação de uma cultura de prevenção face ao risco de incêndios rurais.












