O preço do cabaz alimentar essencial voltou a subir e atingiu esta semana um novo máximo de 254,99 euros, segundo dados divulgados pela DECO PROteste.
De acordo com a entidade, o aumento foi de 0,60 euros face à semana anterior, fixando o valor mais elevado desde que esta monitorização teve início, em 2022.
A evolução dos preços continua a refletir uma tendência de subida ao longo do tempo. Desde o início de 2026, o custo deste conjunto de 63 produtos já aumentou 13,17 euros. Comparativamente com o mesmo período do ano passado, os consumidores pagam mais 16,49 euros, enquanto face a 2022 a diferença ascende a 67,29 euros.
O cabaz analisado inclui produtos essenciais de diversas categorias, como carne, peixe, frutas e legumes, laticínios, congelados e mercearia, abrangendo alimentos como frango, pescada, arroz, leite, frutas e hortícolas.
Na última semana, entre 25 de março e 1 de abril, os maiores aumentos de preço registaram-se no carapau (29%), no tomate chucha (24%) e na couve-flor (17%), evidenciando a volatilidade nos produtos frescos.
Desde o início da análise, em janeiro de 2022, destacam-se subidas particularmente expressivas na carne de novilho para cozer (124%), na couve-coração (109%) e nos ovos (84%).
A DECO PROteste alerta que esta evolução continua a pressionar o orçamento das famílias, sobretudo num contexto de aumento generalizado do custo de vida, reforçando a necessidade de acompanhamento regular dos preços e de medidas que promovam maior estabilidade no mercado alimentar.











