GERÊS -
Marcelo no Gerês. O futuro do PNPG, a importância dos agentes florestais e as tarjas de protesto

A comemoração dos 50 anos do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), realizada este domingo na Vila do Gerês, contou com um convidado de peso: o Presidente da República.

Depois de ter pernoitado numa unidade hoteleira no centro da Vila do Gerês, Marcelo Rebelo de Sousa chegou ao Centro de Valorização Ambiental do Vidoeiro perto das 11h00.

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À sua espera estava o Ministro do Ambiente e Acção Climática, João Pedro Matos Fernandes, juntamente com os autarcas da área do Parque Nacional: Manuel Tibo (Terras de Bouro), João Manuel Esteves (Arcos de Valdevez), Augusto Marinho (Ponte da Barca), Orlando Alves (Montalegre) e Manoel Batista (Melgaço).

Depois das saudações da praxe, o Presidente da República e o Ministro descerraram uma lápide comemorativa dos 50 anos do único Parque Nacional que existe em Portugal.

Já dentro do auditório do Centro de Valorização Ambiental do Vidoeiro, Marcelo assistiu à formalização do protocolo de co-gestão, que passa a contar com as cinco autarquias.

De lá, a comitiva seguiu até Leonte, à entrada da estrada da Mata da Albergaria, para um segundo momento da visita do Presidente da República: a largada de uma águia-cobreira e a apresentação dos elementos do Corpo Nacional de Agentes Florestais (CNAF) que actuam neste território.

Marcelo saudou e falou individualmente com cada um dos agentes florestais, agradecendo o trabalho «fundamental» que exercem e que permitiu «marcar um novo ciclo» na vida do Parque Nacional.

TARJAS DE PROTESTO

“O povo de Barroso não quer minas”. A inscrição em letras garrafais, a vermelho e branco, constava de uma tarja estrategicamente colocada à chegada de Marcelo Rebelo de Sousa.

Também o “Movimento SOS Serra d’Arga” aproveitou a presença do chefe de Estado no Gerês para dizer “não” à destruição da serra e das suas águas, voltando a mostrar-se contra a eventual exploração lítio naquela região.