O grupo de trabalho previsto no memorando de entendimento assinado entre a Câmara de Amares, o instituto público Património Cultural e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Norte, com vista à “reabilitação e valorização” do Mosteiro de Rendufe, já está criado e reuniu esta terça-feira pela primeira vez.
Segundo o vice-presidente da CCDR-Norte para a Cultura, Jorge Sobrado, trata-se de um exemplo de “cooperação entre o nível local, o nível regional, o nível central para desenhar um projeto que não apenas garanta a salvaguarda urgente daquilo que são as estruturas do antigo mosteiro, ou seja, evite a sua ruína, como, sobretudo, olhe para o seu futuro numa perspetiva cultural e numa perspetiva turística”.
“O grupo de trabalho já está criado e a funcionar, hoje tivemos a primeira reunião depois da assinatura do protocolo e discutimos as linhas gerais do programa, daquilo que é a visão para o antigo mosteiro, mas também definimos aqueles que são estudos ou encomendas de projetos técnicos de curto prazo que é preciso fazer”, afirmou Jorge Sobrado, esta terça-feira, à margem da apresentação do primeiro balanço do Plano de Ação Regional para a Cultura Norte 2030, que decorreu precisamente no Mosteiro de Rendufe.
EVITAR RUÍNA
Segundo o vice-presidente da CCDR-Norte, “o que é preciso fazer a curto prazo é uma intervenção de salvaguarda urgente que garante que as estruturas que estão em pré-ruína não venham a ceder, ou seja, que não haja perdas patrimoniais irreparáveis”.
“Em segundo lugar, há estudos, nomeadamente ligados à geotecnia dos solos, à hidráulica e ao estado de conservação do bem, e há o programa, aquilo que é a visão do que é que nós queremos aqui fazer. Portanto, esta manhã teve lugar a primeira reunião, estamos muito entusiasmados e acreditamos que dentro de algum tempo viremos também a divulgar aquilo que são as conclusões desse grupo de trabalho”, concluiu Jorge Sobrado.















