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OPINIÃO -
A relevância da experiência do cliente

A dinâmica comercial tem vindo a utilizar um conjunto de experiências e tecnologias, cada vez mais conectadas, interativas e unificadas, procurando colocar o cliente sempre no centro das suas decisões. Atualmente, a organização comercial tem como objetivo implementar uma estratégia das experiências, que sejam atrativas, criativas e envolventes, procurando diferenciar-se de forma interessada, envolvida e inspiradora, criando experiências únicas para os clientes.

Para proporcionar um serviço ao cliente cada vez mais interativo, algumas das formas da sua dinamização são: videochamadas, inteligência artificial, canais de vídeo como Youtube e TikTok.

A inteligência artificial tem como como propósito que as máquinas se tornem aprendentes e autossustentáveis, capazes de se aptarem aos comportamentos dos consumidores e às tendências de consumo. A criação de conteúdo na construção e promoção das histórias das marcas e dos seus produtos, partilhando, interagindo e criando relações duradouras.

Exemplo dessa interação temos a “Retail Dive está a testar uma aplicação que a partir de casa, depois de inserir a palavra nos termos de pesquisa, apresentar-lhe-á diversas opções baseadas nas suas compras anteriores. Depois de adicionada ao seu carrinho, o consumidor poderá escolher essa o outra opção.”

Relativamente aos aspetos que contribuem para a coordenação de alternativas diferentes e inovadoras são: a escassez de colaboradores, bem como, a procura contante de proporcionar um alinhamento constante com os interesses e comodidade do cliente, utilizando para esse efeito, influenciadores digitais, embaixadores da marca, chatbot, redes sociais, entre outras.

Sobre a tecnologia e de acordo com a “Mobile as a driver of retail sales in 5 charts, o m-commerce valerá 41,8% do comércio eletrónico na área do retalho, sendo que irá aumentar, em 2026, para 743,39 mil milhões de dólares, representando 46,3% do comércio eletrónico a retalho.”

Verificamos que o consumidor pretende fazer compras de forma cada vez mais independente, rápida, em qualquer local, cómoda, simplificada e amigável criando uma experiência positiva e momentos agradáveis. Assim, os clientes esperam das organizações, experiências únicas, superação das suas expetativas e valor acrescentado na minimização das suas “dores”, desafios e capacidade para os conquistar, mantê-los sempre presentes, como utilizadores, embaixadores e fãs das suas marcas.

OPINIÃO -
O poder da imaginação

A imaginação, sendo a capacidade ou predisposição para criar, inventar e transformar algo de forma diferente e combinar ou reorganizar aspetos, ideias ou elementos, de forma construtiva e inovadora. Albert Einstein afirmou quem eu acredito na intuição e na inspiração, a imaginação é mais importante que o conhecimento, pois o conhecimento é limitado, enquanto a imaginação abraça o mundo inteiro.

A atividade imaginativa é algo que as crianças possuem com abundancia, construindo histórais abundantes de fantasia, numa caminhada conjunta da fantasia com a realidade. Já crescidos, a imaginação é uma ferramenta que reside em cada um de nós, construida palas nossas experiências, vivênciaas e sentimentos, sendo fundamental para encontrar novas ideias e soluções, bem como, novas formas de pensar e agir.

Podemos treinar a nossa imaginação através da mudança de perspetiva, procurando um “angulo” novo ou diferente, desafiando os pressupostos, os preconceitos, deixando as ideias correr livremente e sem limites, pensando o contrário, usando metáforas, visualizando imagens, invertendo as situações, encontrando paradoxos, novas hipóteses, caminhos e alterantivas, experimentando, interpretando, verificando, escutando e refletindo sobre o estado natural das coisas.

Para Dale Carnegie, a melhor maneira de nos prepararmos para o futuro é concentrar toda a imaginação e entusiasmo na execução perfeita do trabalho de hoje, ou como refere Stephen Covey, eu posso mudar, eu posso viver da minha imaginação ao invés da minha memória, eu posso amarrar-me ao meu potencial ilimitado ao invés do meu passado limitado.

Criatividade e imaginação são conceitos inerentes à capacidade de conceber e aplicar combinações, interconexões e construtos diferentes dos habituais, procurando pensar e agir “fora da caixa” ou pensar sem caixa alguma, sendo relevante para toda a atividade humana, como nas artes, nas ciências, na cultura, no empreendedorismo, nas organizações, nas relações interpessoais, nas atividades diárias, na busca de soluções aos problemas.

Tendo em consideração que vivendo momentos dinâmicos, complexos e exigentes, onde é necessário implementar valores éticos e humanos procurando acrescentar valor e diferenciar positivamente, num equilíbrio contínuo ao nível da nossa própria sobrevivência e sustentabilidade, e em que a criatividade se torna numa “ferramenta” capaz de obter respostas aos desafios e problemas atuais e futuros.

OPINIÃO -
A relevância dos valores humanos

Os valores humanos são pilares de uma sociedade justa e equitativa, sendo a essência para uma convivência sã e em comunidade, onde a entreajuda, a colaboração, a compreensão e o altruísmo devem prevalecer e conviver em simultâneo, pois precisamos de preservar as bases de uma sociedade com futuro.

Valores são um conjunto de princípios, regras, pensamentos que caracterizam cada ser humano e que podendo variar de pessoa para pessoa, reflete as suas crenças, perceções, sensibilidades, que se tornam hábitos, construindo um destino, sendo também as características que nos diferenciam dos restantes seres vivos e que estão associados à dignidade e ao aspeto, que nos torna humanos.

Num tempo cada vez mais conturbado, incerto, complexo e muito exigente em diferentes aspetos e perspetivas sociais e económicas, quer ao nível pessoal e organizacional, bem como na “gestão da coisa pública” e sustentabilidade presente e futura e onde está em causa a nossa própria sobrevivência.

Muitas vezes existe a tentação de partir por caminhos mais fáceis e mais cómodos, mas pouco éticos, injustos e próprios de uma sociedade doente e decadente de valores humanos, algo que vai acontecendo na atualidade, que nos tem levado ao estado atual das coisas. Como alternativa sustentável e com futuro, torna-se fundamental semear valores como: a empatia, o amor, humildade, amizade, solidariedade, a tolerância, equidade, respeito e responsabilidade individual e coletiva.

Segundo Kant ética consiste em agir de tal modo que a máxima da tua vontade possa valer sempre ao mesmo tempo como princípio de uma lei universal, ou por outras palavras, agir, fazendo o bem, de forma desinteressada, proporcionando ao outro aquilo que desejamos para nós. 

Precisamos cada vez mais de fortalecer o SER humano (valores, princípios no respeito pelos outros) acrescentando VALOR numa interação harmoniosa entre o “EGO” e o “ECOssistema”; FAZER (desenvolvimento de ações e atividades éticas e respeito pelos outros) e; TER um conjunto de coisas e bens materiais que sejam o resultado dessa dedicação, resiliência e esforço capaz de proporcionar bem-estar e felicidade. 

 A relevância do SER torna-se algo cada vez mais útil e necessário para proporcionar uma coexistência plena de responsabilidade, de fortalecimento de energia positiva, de autoconhecimento, de autoestima, de auto motivação, de superação contínua, viajando dentro de nós, de perdoar e de respeitar a natureza, os oceanos, as espécies, incluindo naturalmente, a nossa própria subsistência.

OPINIÃO -
O consumidor cada vez mais no centro…

Estamos num tempo onde o consumidor está cada vez mais no centro da decisão das empresas, resultado dos últimos anos de pandemia e o seu impacto ao nível da qualidade de vida, bem como, no dinheiro disponível dos cidadãos.

Em termos concetuais, podemos caracterizar (Utilidade) como o conjunto dos atributos que a sua utilização proporciona ao consumidor e (Valor) aquilo que cada utilizador / consumidor gosta aprecia e valoriza. Assim podemos dizer que a Utilidade tem no seu centro, o Produto, enquanto que o Valor se encontra no Consumidor e na satisfação das suas necessidades, desejos e aspirações. 

Neste sentido, e porque temos assistido a uma diminuição do rendimento disponível face a fatores como o aumento da inflação ao nível da energia, gás, das matérias-primas, da eletricidade, dos combustíveis, bem como, a atrasos na entrega de materiais primas e produtos causando a suspensão e atraso na entrega das encomendas aos clientes empresariais e particulares.

Face a estas circunstâncias o consumidor tem procurado rentabilizar melhor o seu rendimento disponível, procurando encontrar produtos de marca própria, no setor alimentar, a uma boa relação preço/qualidade. 

Neste sentido, e tendo em consideração as preocupações de sustentabilidade, ambientais e ecológicas do consumidor, quer no produto em si, como na sua embalagem.  As marcas próprias passaram a acrescentar valor ao nível da qualidade e inovação ao nível da sustentabilidade, eco design, venda de produtos a granel, sacos recicláveis, procurando contribuir para uma mais eficiente utilização dos recursos disponíveis, diminuindo a utilização do plástico, bem como, do impacto ambiental.

Outros aspetos que contribuem para acrescentar Valor aos produtos, comercializados por algumas marcas próprias são: uma comunicação mais transparente, comparando os produtos e os seus preços, provas grátis, promoção de produtos portugueses, soluções personalizadas, com menos sal, açúcar, gorduras, sem glúten, sem lactose, bem como, embalagens de produtos reciclados, contribuindo para um consumo mais responsável e um consumidor mais informado. 

Simultaneamente, ao nível tecnológico, verificamos também a um prolongamento da vida dos equipamentos digitais, através da reparação, personalização, do design minimalista, com cores neutras, como por exemplo cabos, adaptadores de carregamento, auriculares sem fios, colunas Bluetooth, capas de proteção, acessórios. Verificamos também a um crescimento crescente ao nível do aprovisionamento logístico cada vez mais eficiente, procurando colocar o cliente no centro, numa ótica Omnicanal, permitindo uma reposta cada vez mais rápida e eficiente, utilizando os smartphones, tablets e computadores pessoais e procurando contribuir para uma comunicação e distribuição mais rápida, cómoda e eficiente.   

OPINIÃO -
O poder da persistência

Podemos comparar a nossa vida como uma caminhada de longo curso, onde a construção, co-criação, adaptação reinvenção é fundamental, sendo por si só, uma descoberta constante, à procura do SER pessoa, num percurso cheio de desafios, mais ou menos complexos, onde as características diferenciadoras são o foco, a atitude positiva e a persistência.

Tal como afirmou William Henley “Eu sou o senhor do meu destino, sou o comandante da minha alma”. Neste sentido, somos os responsáveis do nosso destino, donos dos nossos pensamentos e senhores da nossa alma, ou por outras palavras o nosso sonho ou foco.

Neste sentido, o grande desafio consiste alinhar as ideais, sentimentos e perceções, promovendo a criatividade e a “renovação do pensamento” procurando de forma continuada o melhor dos caminhos e que contribua para a busca constante da felicidade que, por si só, também é um percurso.

Outro aspeto que proporciona aprendizagem e crescimento pessoal reside na quantidade e qualidade das adversidades, obstáculos e dificuldades encontradas nesse nosso caminho, na qual a atitude positiva é fundamental, tal como afirmou Cícero “Quanto maiores são as dificuldades a vencer, maior será a satisfação.” ou como referiu Abraham Lincoln “O êxito da vida não se mede pelo caminho que você conquistou, mas sim pelas dificuldades que superou no caminho.” 

Neste sentido, se por um lado temos o poder de “plantar o pensamento” congruente com um destino, temos também a necessidade e definir um foco, um objetivo, uma estratégia e fundamentalmente a ação consertada e continuada e congruente com o pensamento, tal como Friedrich Engeles, “um grama de ação vale mais do que uma tonelada de teoria.” ou por outras palavras, só a atitude marca a diferença.

A persistência, sendo o ato de não desistir, de persistir, de continuar em frente, sendo também, a ação consertada e continuada de fazer coisas e agir em conformidade com o nosso pensamento, tal como Stephen R. Covey referiu no seu livro “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes” descreve de forma sequencial, ser pró-ativo, liderança pessoal, gestão pessoal, liderança interpessoal, comunicação empática, corporação criativa, auto-renovação equilibrada. 

Portanto para obter sucesso é fundamental co-criar, inovar e rejuvenescer o pensamento, através de ideias relevantes para criar um novo e interessante caminho, seguidamente adquirir um hábito, que se transformará em carácter e que contribuirá para uma nova realidade em busca do nosso bem estar, bem como da felicidade, tal como referiu Nelson Mandela “Sempre parece impossível até que seja feito.”

OPINIÃO -
Os três pilares do sucesso

Vivemos momentos complexos, insertos e muito exigentes para todos e para cada um de nós, pois, nunca como hoje tem sido tão necessário, compreender e implementar medidas concretas sobre o ambiente, a preservação da natureza, a procura constante do equilíbrio entre a atividade económica e os os recursos naturais, o respeito pelo ser humano, a responsabilidade individual e coletiva, a promoção do bem estar, o desenvolvimento dos talentos individuais e a seu alinhamento com os objetivos das organizações.

No contexto organizacional uma forma de aprendizagem consiste em aprender com outras empresas, por comparação de produtos e serviços e práticas organizacionais, analisando as estratégias de inovação aplicadas nos mercados e o seu impacto positivo junto dos consumidores, denominando-se de benchmarking.

Sobre os territórios, estados ou países verificamos que por exemplo, Singapura, uma cidade-estado situada no sul da Malásia, cujo exemplo devemos refletir e aprender, na medida em que tornando-se independente em 1962, sendo na altura um território muito pobre e considerado de terceiro mundo, tendo evoluído em apenas algumas décadas, sendo atualmente um dos países mais ricos e sustentáveis do mundo, apresentado um forte empreendedorismo empresarial, tecnológico ao nível da indústria portuária, aviação, turismo e com um elevado e sustentável crescimento económico.

Os três pilares fundamentais do sucesso de Singapura são: o mérito, pragmatismo e a honestidade. Assim, a promoção do mérito, alicerçado no reconhecimento e na evidência das habilidades e competências, é um fator fundamental para a seleção das pessoas nas organizações públicas e privadas, fator fundamental para promover uma liderança transformadora e envolvente, promovendo o sucesso.

O pragmatismo, na medida em que, a implementação de práticas de sucesso exigem muita aprendizagem, adaptação e superação constantes à realidade e às tendências de mercado, alinhado com um equilíbrio fundamental face às necessidades da preservação da natureza e a um mundo global e em constante mutabilidade.

A honestidade como um pilar essencial e transversal a toda a vivência humana, quer em termos individuais, quer na interação com a comunidade, pois uma sociedade justa, equitativa e salutar, exige fundamentalmente, respeito pelo outro, quer na oportunidade de oportunidades, na gestão “da coisa pública”, na gestão eficiente e responsável dos impostos de todos, na utilização dos recursos humanos e naturais de todos.

Nesta perspetiva, Singapura é um dos territórios com um mais baixo nível de corrupção a nível global e também por esse facto, um dos países mais ricos e sustentáveis do mundo.

OPINIÃO -
Impossível até acontecer…

Desde muito cedo que adquirimos ideias, pensamentos, mais ou menos realistas ou emocionais, ponderados e/ou irrefletidos, através de inputs internos e externos, negativos e positivos e que através da repetição e persistência diária obteremos hábitos e que com o tempo, constituirão um caminho, um estilo de vida e um destino.

Tal como afirmou William Henley “Eu sou o senhor do meu destino, sou o comandante da minha alma”. Neste sentido, somos os responsáveis do nosso destino, diretores dos nossos pensamentos e donos da nossa alma.

Assim, o grande desafio consiste em gerir toda a diversidade de ideias e ideais, sentimentos e perceções, promovendo a criatividade e a “renovação do pensamento” procurando de forma continuada o melhor dos caminhos e que contribua para a busca constante da felicidade que, por si só é também um caminho.

Outro aspeto que proporciona aprendizagem e crescimento pessoal reside na quantidade e qualidade das adversidades, obstáculos e dificuldades encontradas nesse nosso caminho, tal como afirmou Cícero “Quanto maiores são as dificuldades a vencer, maior será a satisfação.” ou como referiu Abraham Lincoln “O êxito da vida não se mede pelo caminho que você conquistou, mas sim pelas dificuldades que superou no caminho.”

Neste sentido, se por um lado temos o poder de “plantar o pensamento” congruente com um destino, temos também a necessidade e definir um foco, um objetivo, uma estratégia e fundamentalmente a ação consertada e continuada e congruente com o pensamento, tal como Friedrich Engeles, “Um grama de ação vale mais do que uma tonelada de teoria.” Por outras palavras, só a atitude, a ação é real, visível e neste contexto marca a diferença.

Podemos sistematizar um conjunto de ações consertadas e que de forma consistente podemos marcar realmente e diferença, tal como Stephen R. Covey referiu no seu livro “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes” descreve de forma sequencial, ser pró-ativo, liderança pessoal, gestão pessoal, liderança interpessoal, comunicação empática, corporação criativa, auto-renovação equilibrada.

Portanto para obter sucesso é fundamental reestruturar o pensamento, através de ideias relevantes para criar um novo e interessante caminho, seguidamente adquirir um hábito, que se transformará em carácter e que contribuirá para uma nova realidade em busca da felicidade e tal como referiu Nelson Mandela “Sempre parece impossível até que seja feito.”

OPINIÃO -
A relevância da percepção dos consumidores

As organizações vivem em contante aprendizagem, superação e resiliência procurando adaptar, corresponder e surpreender positivamente os cliente e consumidores, tentando apresentar produtos e serviços certos, a um preço certo, distribuídos no sítio (físico e/ou online) certo e comunicados de forma eficiente e atrativa.

A insatisfação dos consumidores mais exigentes contribui para uma verdadeira oportunidade de crescimento e inovação, promovendo a melhoria continua e para uma contante adaptação das organizações ao mercado cada vez mais exigente.

A reclamações dos clientes são essencialmente, histórias, experiências e vivências concretas de consumo, cuja análise, gestão e resolução são fundamentais para o sucesso contínuo de um empresa. Por outras palavras, o sucesso das empresas depende muito da forma como esta atrai, gere e mantem os seus clientes, bem como, na capacidade de nutrir, alimentar, cuidar e torna-los cada vez mais relevantes para o seu negócio.

A insatisfação dos clientes são, na maior parte das vezes, uma oportunidade de reconquista que os clientes dão às empresas, porque gostam das mesmas ou pretendem permanecer, pois, pior do que reclamar é não fazer nada, ignorar e nunca mais voltar, procurando alternativas na concorrência. Um consumidor que não tem interesse numa empresa ou nos seus produtos, não gasta energia ou tempo a fazê-lo e pior do que isso a empresa está a perder clientes e não sabe as razões do abandono dos mesmos.

Dar ouvidos e atenção aos clientes tem sido cada vez mais importante, procurando compreender as suas perspetivas, razões, expectativas e desejos, identificando aspetos positivos e negativos, implementando soluções personalizadas, ajustadas e diferenciadas às da concorrência, acrescentando valor nos produtos ou serviços, bem como, na relação com o cliente. 

Temos consumidores cada vez mais atentos, informados e participativos que procuram estar presentes e ativos, de forma presencial e/ou digital mostram a sua perceção, a sua opinião, elogio ou reclamação e que vão influenciando de forma concreta e partilhada as suas opiniões que vão fundamentais para a criação de novas soluções e novos produtos capazes de responder às novas exigências, numa crescente e continuada necessidade de alinhar o consumo com a sustentabilidade.

Só um alinhamento constante entre aquilo que os clientes procuram, na sua necessidade, emoção e desejo e a sua experimentação, utilização ou usufruto pode contribuir para um beneficio mútuo, entre as duas perceções e perspetivas, sendo que sem consumidores não existem empresas e estas são cada vez mais relevantes quanto mais capazes forem de surpreender positivamente os seus clientes, deixando a sua marca.

OPINIÃO -
A liberdade como um caminho…

Podemos caraterizar liberdade como um direito e uma forma de agir em conformidade com o nosso pensamento, um modo de agir, sem restrições, constrangimentos, de forma livre, procurando atuar em consonância com as ideias, sentimentos e expressões físicas, mentais e emocionais do ser humano.

A construção da liberdade implica, agir de acordo com a autodeterminação individual e coletiva, como um povo ou nação, todavia, para que isso aconteça é necessário, a permissão, a tolerância, a abertura, a aceitação pela diferença, a promoção da liberdade de ação, expressão, mas também justiça, equidade e respeito pela liberdade dos outros ou por outras palavras, a definição da legislação, para que a prática seja uma realidade.

Antes do 25 de abril de 1974 não era permitido, turmas mistas nas escolas, liberdade de expressão, direito de votar, as enfermeiras, telefonistas e hospedeiras da TAP não se podiam casar, não era permitido reunir para discutir ideias politicas, não era permitido festejar o dia do trabalhador, aspetos que demonstravam que não vivíamos em liberdade.

Hoje, 48 anos depois, ainda estamos a construir aquilo que denomina como liberdade, com grandes desafios e obstáculos para que Portugal seja verdadeiramente, um país livre. Os principais desafios da prática da liberdade e democracia, são a busca constante da meritocracia ao serviço da “gestão da coisa pública” em vez da “gestão da influência politico partidária”, onde na maior parte das vezes, se verifica a defesa dos interesses individuais ou de grupos, em vez do bem comum e da sociedade.

A promoção da ética e do respeito da pessoa humana, independentemente, origem, condição ou orientação e sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião ou de outra natureza, origem, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição, pois só desta forma, teremos uma sociedade livre.

O combate à corrupção, que deve ser uma prática constante, procurando incentivar, educar e motivar as pessoas para a promoção do trabalho, do mérito, da competência individual, em vez da utilização da influencia e da “cunha”, fator que não contribui para uma sociedade justa e equitativa.

A renovação do sistema de justiça que tem vários e sérios problemas, como por exemplo, a desigualdade de tratamento entre cidadãos, sendo (“fraca” com alguns e “forte” com os fracos), a morosidade e a desadequação da mesma face aos novos problemas da sociedade portuguesa.

O incentivo ao crescimento económico e promoção da iniciativa empresarial, através do apoio ao empreendedorismo, através da criação de condições físicas, económicas e sociais favoráveis à produção de produtos e serviços portugueses, bem como, a promoção do bem estar, contribuindo, para o pleno emprego, bem como, para uma sociedade em constante mudança.