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OPINIÃO -
Colocando as pessoas no centro…

A transformação digital, big data, inteligência artificial, machine learning, experiências marcantes, superação das expetativas e emoções fortes continuam a ser preocupações, práticas e procedimentos cada vez mais utilizados na procura da satisfação das pessoas ainda em pandemia.

Nesta perspetiva, temos cada vez mais consumidores exigentes, ativos, socialmente responsáveis, atentos, informados, motivados na procura de soluções inovadoras e relevantes para o meio ambiente, utilizando as plataformas de comunicação, redes socias para partilhar as suas ideias e atitudes, podendo ser, simultaneamente, influenciadores digitais e relevantes para outros consumidores e para as suas marcas. 

A aceleração digital impulsionada pela pandemia reforçou o comercio digital, incorporando tecnologia e novas formas de comunicação e distribuição dos produtos e serviços, contribuindo para uma simplificação dos processos e uma mais rapidez na satisfação das necessidades e desejos dos consumidores.

Neste sentido, para novos problemas é fundamental criatividade, acrescentado VALOR, criando em conjunto, inovando, procurando novas e diferentes respostas, sempre com o propósito de colocar as pessoas no CENTRO de toda esta dialética.

Utilizando um conhecimento cada vez mais abrangente e complexo, conciliando inputs como: realidade virtual e aumentada, big data, internet of things rumo à empatia artificial, utilizando por exemplo, chatbots inteligentes e plataformas automatizadas numa comunicação interativa com o cliente e para o CLIENTE.

A utilização de ferramentas de análise e a sua conjugação com a inteligência emocional, tendo como objetivo a humanização, privilegiando da experiência, fortalecendo as habilidades digitais, as emoções, o envolvimento com as MARCAS procurando simultaneamente, uma vivência física e digital.

Neste mundo em mudança, numa dicotomia Local e Global cada vez mais exigente, mutável onde é fundamental compreender os comportamentos do consumidor, compreender os seus desejos, as suas “dores” procurando encontrar soluções novas, sustentáveis e equilibradas, tentando encontrar o equilíbrio nem sempre fácil, nem sempre possível, entre o desenvolvimento económico e o meio ambiente.

Hoje, como nunca, tem sido tão necessário colocar as PESSOAS ao centro e no CENTRO das decisões, agregando talento, desenvolvendo habilidades, competências, experiências, envolvendo-as nas ações de sensibilização, de criação, de partilha procurando caminhar juntos e com todos, para soluções capazes e impulsionar o equilíbrio entre as novas exigências do consumo humano, desenvolvimento económico, social e societários, na busca do bem-estar alinhado com o ecossistema e a sustentabilidade do planeta.

OPINIÃO -
O propósito da sustentabilidade 

Artigo de Manuel Sousa Pereira

 

A sustentabilidade tem como propósito uma compreensão global e abrangente ao nível ambiental, social e económica integrando todas estas componentes, procurando satisfazer as necessidades do presente, preservando e cuidando dos recursos naturais, das pessoas e do desenvolvimento crescente das organizações do futuro, bem como, do nosso futuro comum.

O desenvolvimento sustentado é um tema transversal, estudado, desenvolvido e implementado por organizações governamentais e não governamentais, empresas públicas e privadas, por movimentos de cidadãos e pela sociedade em geral, mas não é de fácil implementação prática, pois é fundamental uma consciencialização e reconhecimento da preservação ambiental, das espécies, dos recursos naturais e fundamentalmente é uma excelente oportunidade para inovar e acrescentar valor ao mercado. 

Assistimos a uma rápida degradação da natureza, em aspetos como: a poluição do ar, o aquecimento global, a poluição das águas, o plástico e o seu impacto nos oceanos, a agricultura intensiva e a utilização de herbicidas, pesticidas e produtos geneticamente modificados, a utilização inadequada da água potável, resultado da superexploração dos recursos naturais, sem ética nem respeito pelos ecossistemas naturais, pelas pessoas e pelo ambiente, contribuindo para o aumento da pobreza e desigualdades sociais que em nada dignificam a vida em sociedade. 

Estrategicamente, precisamos de mudar o nosso mindset ou “atitude mental” na procura constante e na prática diária de novos métodos, processos e técnicas de produção, utilização de produtos e serviços, alinhados com novas técnicas de distribuição, promoção e venda “amigos” do ambiente. Existem muitos e bons exemplos que o demonstram, como por exemplo: a reciclagem, as hortas biológicas, a limpeza dos rios e espaços públicos, a reutilização dos diversos materiais (vidro, plástico, metais), a produção de produtos biológicos, o turismo de natureza, energias renováveis (sol, vento, chuva, marés e energia geotérmica), produtos de Denominação de Origem Protegida (DOP), produtos endógenos e tradicionais, etc…

No processo de distribuição e venda, deve ter-se sempre presente a preocupação ambiental, implementar práticas mais amigáveis ou “user friendly” colocando sempre o cliente ou utilizador no centro das suas necessidades, desejos e aspirações, procurando conciliar métodos online e offline, tendo em consideração a especificidade do cliente tendo simultaneamente o foco na preservação da natureza.

Neste sentido, a mudança está em cada um de nós.  Enquanto agentes da mudança, é nesta nossa “aldeia global” que temos que adotar comportamentos sustentáveis, consumindo produtos (sempre que possível de origem portuguesa), tradicionais e autênticos, dinamizando as atividades económicas e incentivando a colaboração estrategicamente alinhada com os clientes, colaboradores investidores, investigadores e comunidade em geral. 

OPINIÃO -
O impacto do talento nas organizações do futuro

As organizações estão a ser confrontadas com uma transformação digital crescente, bem como, outros desafios como a competitividade, a adaptação aos novos tempos de pandemia, a adequação constante aos seus stakeholders, a sustentabilidade ambiental, a ética e aos valores humanos, os desafios da satisfação dos colaboradores, as tendências do mercado e fundamentalmente o equilíbrio sistemático entre a economia e a equidade social e ambiental.

Paralelamente a inteligência artificial, a flexibilidade no horário de trabalho, a gig economy ou formas de trabalhos alternativo, a partir de casa, prestação de serviços ou trabalho de freelancers e a formação e aprendizagem ao longo da vida, estão a contribuir para o desenvolvimento de novas competências e habilidades.

Para acompanhar este ambiente em constante mudança é fundamental captar as melhores ideias, numa perspetiva de crowdsourcing interno, procurando capacitar os colaboradores, motivá-los, envolvê-los, liderar positivamente, procurando construir uma estratégia coerente alinhada com a cultura organizacional.

Estrategicamente, a organização precisa de criar uma relação mais sólida e mais próxima com os clientes, envolvendo-os nas soluções, na construção de produtos e serviços, numa dinâmica de co-criação, conectividade e interação phygital (física e digital) procurando integrar insights dos clientes (captando o feedback do cliente) observando os seus comportamentos e convidando-os a participar, através da experimentação e utilização, superando sempre que possível, as suas expectativas.

Esta crise pandémica trouxe novos desafios, relativamente a aspetos como: a distribuição de produtos e serviços entre países, a circulação de pessoas, os meios de transporte utilizados, o encerramento das empresas, a diminuição da atividade económica, o distanciamento social, a substituição do trabalho na empresa pelo teletrabalho, a conciliação da vida familiar com o teletrabalho, o isolamento social e o seu impacto no bem estar físico e emocional, constituem alguns dos desafios atuais e futuros.

Assim, precisamos de mais trabalho em equipa, mais colaboração, incentivando a meritocracia, a ética, a partilhando o conhecimento, pragmatismo e boas práticas, criatividade e reinvenção constante, procurando implementar práticas capazes de contribuírem para uma mudança de comportamentos e hábitos relevantes para uma sociedade mais equitativa e sustentável. 

Nesta perspetiva, é necessário alterar no nosso mindset defensivo, individual e operacional para uma integração e cooperação entre organizações, procurando partilhar o conhecimento, gerir de forma eficiente, os talentos, com criatividade, proatividade, resiliência, assentes numa estratégia de crescimento sustentado na ética e no respeito pelo ambiente.

OPINIÃO -
Inovação como um PRESENTE para o futuro

Precisamos de inspiração, disrupção e resiliência para pensar diferente, procurando resolver problemas cada vez mais complexos, novos e que exigem ação coerente e conjunta, onde as palavras chave são: cocriação, criatividade, inovação, partilha, equidade, gestão de talentos, ética, responsabilização, digitalização, ecologia, ambiente e o futuro comum.

É tempo de preparar o futuro através de algumas ideias relevantes para transformar a crise em oportunidade, imaginando, criando e construindo novos produtos e serviços, novas dinâmicas de comunicação capazes de causar impacto nos consumidores e conseguir um duplo benefício, a sustentabilidade económica em simultâneo com o ambiente, ecologia e o respeito pela natureza.

Um dos aspetos capazes de acelerar a dinâmica digital consiste na capacitação as pessoas, desenvolver competências e habilidades, promovendo a proatividade e reconhecendo o mérito, valorizando o empenho e a dedicação, fomentar a excelência e envolvendo os colaboradores nas decisões das empresas e organizações.

Para dinamizar as economias locais é necessário promover a educação para o consumo consciente, procurando comprar produtos locais, regionais, biológicos e amigos do ambiente, contribuindo para uma diminuição da poluição, através da utilização eficiente dos transportes de mercadorias entre regiões e países.

Face às necessidades e desejos dos clientes as empresas precisam de inovar, envolvendo os clientes, partilhando experiências, conquistando a sua confiança através de uma ligação mais próxima numa integração phygital (física e digital) e simultaneamente, pôr em prática uma agricultura regenerativa, partilhando com os consumidores, os custos de produção, benefícios ambientais, formas de produção amigas do ambiente diferenciando-se da concorrência.

Para uma uma modernização sustentada é útil incentivar a interatividade digital ao nível da partilha do conhecimento, comércio e distribuição de bens, produtos e serviços, procurando fomentar a partilha equitativa os bens e recursos comuns, contribuindo também, para uma sociedade mais justa e equilibrada.

À medida em que a longevidade aumenta, precisamos de conciliar o conhecimento dos mais experientes, com a irreverência e juventude, procurando incentivar a partilha de experiências e contribuindo para uma incorporação de conhecimento contínua durante toda a vida.

Face aos novos desafios, é fundamental pensar diferente, criar, partilhar, cooperar, incentivar o mérito, pragmatismo e a ética numa dialética exigente e em constante mutação e resiliência, onde é fundamental conciliar a procura da satisfação individual (desejos dos consumidores e utilizadores) com a manutenção, regeneração e respeito pela nossa “aldeia global”.

OPINIÃO -
O propósito das marcas…

Segundo American Marketing Association a marca pode ser definida como sendo “um nome, termo, sinal, símbolo, desenho ou a combinação destes elementos com a intenção de identificar os bens ou serviços de um vendedor ou grupo de vendedores e de os distinguir dos da concorrência…”

A essência das marcas tem por propósito sistematizar e comunicar um conjunto de aspetos e conceitos capazes de as identificar, caracterizar, memorizar, lembrar, inspirando confiança em todos os stakeholders e permanecendo ativos e relevantes no tempo. Neste sentido as marcas são um conceito multidimensional conjugando valores práticos e funcionais e emocionais como: instrumento de proteção legal, identidade visual, redução de risco, sistema valor, evolução constante, reconhecimento, identificação, diferenciação, memorização, relacionamento, organização, personalidade, imagem e reputação na mente do consumidor.

O propósito das marcas consiste em ter uma razão de existir como organização, acrescentado valor aos clientes, proporcionar experiências marcantes no serviço ao cliente, melhorar a sua qualidade de vida ao nível funcional, emocional e espiritual, procurando simultaneamente, contribuir para um mundo melhor.

A experiência do cliente (toda a jornada, contacto físico ou digital) constitui o fator de fidelização crucial para o sucesso das organizações. Dessa experiência fazem parte, toda a comunicação e publicidade procurando atrair, despertar o interesse, desejando comprar o produto ou serviço, bem como, a experimentação, uso, utilização ou consumo do produto e serviços, ambiente no local de venda e fundamentalmente o pós-venda.

Para uma boa gestão da marca é fundamental o cumprimento constante das suas promessas, procurando corresponder, de forma personalizada, atual e em sintonizada com os desejos dos consumidores descobrindo o que ele valoriza, fornecendo conteúdo partilhável procurando criar laços emocionais e envolvimento com os clientes. Neste sentido, podemos referir um estudo da Global Marketing Trends 2021 da Deloitte refere que “58% dos inquiridos consegue citar uma marca que respondeu positivamente ao período que vivemos, enquanto mais de 25% abandonou o consumo de produtos e/ou serviços quando uma marca agiu exclusivamente em interesse próprio. 

As sete tendências relevantes para 2021, segundo o mesmo estudo são: o propósito, agilidade, experiência humana, a confiança, participação, fusão e talento. Estas tendências pretendem consolidar confiança e humanização em tempos difíceis e atípicos, respondendo de forma global e autêntica às necessidades dos clientes.

As marcas existem para serem significativas, apelativas, relevantes, impactantes (fisicamente e visualmente) transportando e comunicando traços distintivos nos seus produtos e serviços atualizáveis e desejados para um número crescente de apreciadores e “amantes da marca” procurando serem lembradas, reconhecidas e memoráveis, pois se os produtos são facilmente ultrapassados através dos tempos, as marcas têm por propósito dar vida aos produtos, procurando a eternidade.

OPINÃO -
Para que servem os sonhos…

Os sonhos despoletam em nós diversos e às vezes inesperados sentimentos de tristeza, melancolia, aventura, desafio, excitação, magia, sem que consigamos, na maior parte das vezes, controlar os mesmos, à exceção de um sonho lúcido, que acontece de forma consciente.   Segundo Sigmund Freud os sonhos são considerados mensagens enviadas pelo nosso inconsciente, servindo de ponte entre os processos conscientes e não-conscientes e mantendo o equilíbrio da mente. 

Assim, os sonhos lúcidos contribuem para a projeção do pensamento criativo e inspirador da criação de algo novo, diferente e relevante para cada um de nós, na medida em que à medida em que interpretamos o seu significado, podemos também mudar a nossa vida.

Os sonhos são relevantes na medida em que podemos refletir sobre uma viagem interior, tendo a oportunidade de interpretar ideias, sentimentos, cenários, pesadelos tendo mais consciência da mensagem transmitida podendo encontrar dinâmicas criativas para resolver os problemas e aumentar o autoconhecimento.

Neste sentido Walt Disney deixou-nos algumas frases muito interessantes e sempre atuais, sobre o poder dos sonhos, tais como: não deixe que os seus medos tomem o lugar dos seus sonhos; os sonhos existem para se tornarem realidade; para começar, pare de falar e comece a fazer; se você pode sonhar, você pode fazer.

É tempo de sonhar, de viajar dentro de nós, de fazer um balanço sobre o que temos, o que fizemos, o que temos recebido da vida, das nossas conquistas, do nosso propósito de vida, sendo gratos com tudo e com todos e com que temos recebido até aqui, pois tudo é aprendizagem, todas as circunstâncias, coisas boas e menos boas, devem servir para refletir e alinhar a nossa vida com aquilo que queremos ter no futuro.

Podemos comparar a vida a uma caminhada de contínuas descobertas, de caminhos largos e estreitos, obstáculos, luz e sombra, energia positiva e negativa, de opções e escolhas, luta e persistência, de coragem e determinação, coisas e boas e menos boas, onde tudo é aprendizagem, onde tudo é desafio, tendo sempre presente que o mais importa é retermos o que tem significado, que nos faz correr, nos move e nos faz realmente felizes e realizados.

Como alinhar o nosso propósito de vida com a vida que queremos ter no futuro? Tal como afirmou Walt Disney se podemos sonhar, podemos fazer, então é fundamental colocar em prática, tudo aquilo que somos, aquilo que nos move, que nos dá prazer e fundamentalmente que nos faz crescer todos os dias.

Vivendo nós num tempo atípico, inesperado, difícil e turbulento, nunca como hoje, foi necessário refletir, que a gestão do tempo importa, que os sonhos existem para ser realizados e que os atores principais dessa realidade, somos nós. 

OPINIÃO -
Flexibilidade e adaptação precisam-se…

A atualidade apresenta-nos cada vez mais novos cenários, desafios e exigências ao nível pessoal e empresarial, na medida em que o mundo está a viver uma nova realidade no trabalho, nas relações pessoais e familiares e ao nível das interações humanas.

Nesta pandemia, termos como: confinamento, máscaras, distanciamento social, proteção individual, distanciamento social, regras de etiqueta, entre outras, passaram a ser prática corrente de um tempo diferente e aparentemente “desalinhado” com um mundo, que deverá ser cada vez mais, humano.

Este novo tempo veio acelerar a nossa adaptação à mudança, ao nível tecnológico, ao nível laboral e familiar, pois assistimos ao surgimento de novos negócios online, à colaboração à distância, promovendo, novas técnicas de partilha de conhecimento, novos métodos de ensino, novas dinâmicas de envolvimento dos colaboradores e também uma necessidade crescente de adaptação à mudança.

Neste sentido, os novos desafios significam, sair da zona de conforto, sendo desconfortável e incomodo para a generalidade das pessoas, todavia, é fundamental para a aprendizagem, crescimento humano. 

 Algumas considerações relevantes para a adaptabilidade aos novos tempos são:

– O enfoque nos resultados e não nos obstáculos que encontramos pelo caminho;

– Uma autoanálise redescobrindo os nossos sonhos, valorizando os pontos fortes e fortalecendo os nossos talentos, apetências e competências, como fator de diferenciação;

– Assunção do controlo de um novo rumo, de um novo caminho, com habilidade, proatividade e fundamentalmente com responsabilidade;

– Ter pensamentos assertivos, positivos e fundamentalmente acreditar no nosso pensamento, pois, os nossos pensamentos vão programando e construindo o nosso futuro.

– Ser flexível procurando compreender os outros, nas suas necessidades, desejos e aspirações, para simultaneamente, ser compreendido;

– Aprendizagem continuada, procurando nunca parar de aprender, compreender e melhorar continuadamente toda a nossa interação com o trabalho, família e com a comunidade em geral.

Em síntese, a real transformação reside no foco nos resultados individuais e de grupo, numa autoanálise constante, na responsabilização das nossas ações, no pensamento positivo e proativo e na aprendizagem contínua, procurando simultaneamente, a promoção e propagação da ética e os valores humanos, como conduta fundamental, que pode contribuir para uma verdadeira e sustentada mudança, capaz de fazer do nosso mundo um lugar melhor para se viver. 

OPINIÃO -
Tempos difíceis, exigem criatividade…

Podemos definir criatividade como a habilidade de idealizar e obter ideias diferentes, procurando formas e formatos diferentes de concretizar um objetivo ou um propósito. Assim, a criatividade proporciona formas alternativas, rápidas, fáceis e eficientes de cumprir uma meta ou objetivo. 

A criação de novas ideias e construtos mentais, assumem, na sua generalidade, um pensamento divergente e disruptivo e numa perspetiva de “destruição criativa” de ideias pré-concebidas procurando uma nova construção mental e alternativa. Neste sentido, o ato de inventar contribui para procurar um caminho novo, uma nova perspetiva, uma visão e uma estratégia diferente, que consiga acrescentar valor e obter sucesso.

Algumas das técnicas criativas são: 

O brainstorming; técnica de produção de ideias, avaliação das mais relevantes e registo das mesmas, com a respetiva organização e finalidade;

O brainwriting; consiste na identificação do tema central por parte do responsável, os participantes acrescentam as suas ideias, escrevendo-as, o responsável recolhe todas as ideias que serão discutidas em grupo, organizando as melhores para a resolução do problema.

A técnica da construção de cenários; reside na identificação de estratégias procurando potenciar os pontos fortes de uma empresa ou organização, maximizando as oportunidades de desenvolvimento e sustentabilidade organizacional.

A técnica dos dois hemisféricos cerebrais; ajuda a potenciar todo o potencial humano, identificando as pessoas criativas, gerar novas e relevantes ideias e partilhá-las, promovendo a co-criação e sinergia conjunta das pessoas envolvidas.

 A técnica da intuição consciente; que consiste no fato de relaxar, fechar os olhos e imaginar cenários de resolução dos problemas, da forma mais detalhada possível, registar as soluções imaginadas, podendo desta forma encontrar as soluções.

 A técnica do mapa mental; reside no registo do problema no centro de uma folha, desenhar diversas linhas com palavras-chave como “objetivos”, “benefícios” desenvolvimento” “técnicas” e “valores” seguidamente, a ideia central é gerar ideias em torno das palavras-chave, estabelecendo relações com cada uma delas, avaliando a consistência e aplicabilidade.  

A técnica da descontinuidade tem como propósito uma mudança forçada de hábitos para que a mente passe a ver a realidade de outro ângulo, como deixar o automóvel em casa e deslocar-se de bicicleta, correr todos os dias ou chegar mais cedo ao local de trabalho, incentivando criatividade no dia a dia.

Nesta perspetiva, a criatividade é uma competência que deve ser treinada, desenvolvida e incentivada, tendo em consideração os desafios atuais de uma pandemia global, que nos põe à prova, que nos desafia, que exige resiliência e persistência, sendo simultaneamente complexa, incerta e turbulenta, em todas as dimensões da vida humana, quer ao nível individual e coletivo, que exige de nós, positividade e inovação, procurando o sucesso, hoje e no futuro.

OPINIÃO -
O poder da confiança

Podemos caracterizar confiança como uma crença, uma fé na honestidade de alguém no cumprimento da sua promessa, no alcance de objetivos ou alcance de determinados resultados. Confiança no futuro, na perspetiva do amanhã, quando acreditámos que as coisas vão melhorar, que a crise vai passar e que melhores dias virão. Em termos pessoais, devemos alimentar a auto confiança para obtermos energia positiva e força interior para enfrentar os desafios e as dificuldades.

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OPINIÃO -
O poder da partilha nas organizações

O ato de partilhar é enriquecer, pois gera valor, contribuindo para um melhor auto-conhecimento e uma melhor valorização pessoal e profissional, na medida que juntamos ideias, pensamentos, “caminhos com significado”, emoções, experiências, sentimentos e “estados de alma” capazes de estabelecer uma conexão, uma comunicação, um envolvimento, uma inspiração e algo novo e relevante.

Quando partilhamos, acrescentamos, estimulamos e contribuímos para um enriquecimento mútuo, entre nós e os outros. Neste sentido, se cada pessoa tem uma ideia e partilha-a com outra pessoa, cada um, fica com duas ideias diferentes da ideia inicial.

Cada vez mais precisamos de promover a diferença, estimular o debate, despertar o espírito crítico construtivo, de incentivar a partilha de ideias, experiências, coisas para melhorar a nossa casa comum, o nosso habitat, o nosso ecossistema e necessariamente o nosso mundo.

Num mundo cada vez mais exigente, com novos desafios e exigências, onde nos deparamos com novas realidades, em que se torna fundamental, ter um propósito de vida, procurando compreender, participar e empreender, estando à altura de um mundo em mudança.

Devemos por isso partilhar a nossa presença, os nossos conhecimentos, a nossa esperança, os nossos sonhos, os nossos êxitos, os sorrisos, as nossas emoções e a alegria de viver, pois só desta forma, contribuímos para uma crescimento em conjunto, para um enriquecimento humano e para uma sociedade mais tolerante, participativa e equitativa.

É na partilha que se aprende, observa, compreende novas perspetivas, novas ideias, novos conhecimentos e se cresce como ser humano e como profissional ao longo da vida.

Assim, é preciso escutar com intenção, observar os pormenores, estar atento à diferença, compreendendo o “mundo” do outro, as suas circunstâncias, as suas histórias, as sua visão do mundo, para desta forma, procurando também partilhar as nossas visões, compreendendo simultâneamente o que somos, o que transmitimos, o que “transportamos” e dando algo de nós, incorporando o que aprendemos.

A colaboração, a participação em conjunto, a criação, criatividade e inovação, incorporando o foco, a persistência, a resiliência e a curiosidade constantes, são aspetos cada vez mais valorizados numa realidade exigente, mutante e que todos os dias nos põe à prova.

Nas organizações é fundamental valorizar a diferença, compreendendo os mais jovens e menos jovens, que através da sua irreverência, com a sua força para mudar, com a sua vontade de participar na construção de novas ferramentas, processos e procedimentos, para construir um mundo melhor, estando à altura dos desafios constantes da sustentabilidade, da equidade, da preservação ambiental, das formas alternativas de mobilidade, da diminuição da pegada ambiental, da digitalização, da preservação das espécies, da co-criação e da constante vontade de construir um mundo melhor.